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domingo, 1 de maio de 2011

Capitulo 16: Marionete - Parte 2

Então aquela é toda a verdade. Bem tudo fazia sentindo sobre aquilo parece ser mesmo o jeito da organização agir, eles querem controla tudo e todos, aquela maldita Raven deve ter obrigado a Tina a escrever aquela carta provavelmente ela nem sabe o que escreveu, tinha que dar um basta naquela situação tinha que enfrentar de vez a organização nem que para isso tenha que derrota inferno, Ilusion e a Raven.
__Então o que vai acontecer comigo Tom? - Perguntou Paulo preocupado com sua segurança
__Não se preocupe desligue esse celular por hora ficarei aqui com você, até amanhã quando formos para o colégio, então amanhã resolverei tudo isso não se preocupe não deixarei que nada aconteça com você, só é preciso que fique perto de mim - falei de maneira segura e confiante.
__Tudo bem então eu acredito em você Tom, falou ele mais calmo, e desculpa Tom pelo o que eu disse você sabe eu não tinha escolha, falou ele envergonhado
__Tudo bem não se preocupe mais com isso - falei com um pequeno sorriso no rosto, que quebrou totalmente aquele clima tenso que estava entre agente antes.
__Então... Me fala uma coisa você gosta mesmo de mim? - Perguntou Paulo agora sentado em posição de lótus, e rindo parecia com o cara que eu conhecia antes de tudo isso começar fiquei feliz, dei uma risada leve, coloquei a mão direita na cabeça e comecei a coçar
__Bem... não quer dizer gostar, gostar... tipo... dai ele interrompeu e falou
__Você gosta de mim - e começou a rir mais alto.
__Ei pare com isso! Não é engraçado, falei tentando reprimi-lo, mas não com raiva, estava feliz de ver o velho Paulo de volta.
__Não, desculpa, é que tipo eu não entendo, olha para mim eu sou só pele e osso, sinceramente não sinto tesão por mim mesmo - hehe colocou a mão na cabeça imitando a mesma expressão que eu tinha usado. - cara... - se deitou novamente - por que você ficou daquele jeito quando eu falei que não era pra você tocar em mim? Você realmente se importa com o que as pessoas pensam de você não é? - Perguntou ele olhando para o teto.
Eu sentei no chão em posição fetal com as costas para a parede, e falei:
__É realmente, tanto, que ninguém sabe de mim além de você e agora meus pais - Falei triste
__Ah então por isso você ta aqui, seus pais não aceitaram você não foi?
__Sim eles n aceitaram.
__Sabe as pessoas são muito idiotas sobre isso, eu mesmo curto caras, realmente eu não conto para as pessoas pelo mesmo motivo que você, medo por jogar futebol também, o pessoal do time iria nos tratar diferente com certeza. Sabe meus pais sabem de mim, me viram com uma revista bem... você sabe que revista, sabe o que eles falaram quando viram? Eles olharam pra mim com um ar de mistério, filho você podia ter escolhido uma revista melhor o cacete desses caras são muito pequenos foi o que minha mãe falou, quando ela falou isso começamos a rir muito, ele continuou, na hora da janta tava toda a família a mesa, e minha mãe falou pro meu pai, “Aluisio”, meu pai estava comendo feito um animal, “fala amor”, falou ele de boca cheia, “o Paulo é gay”, no momento fiquei tenso minha mana fingiu que nem ouviu, meu coração disparou  por alguns segundos, “que bom querida, Paulo se trazer algum garoto para cá não esqueça de usarem camisinha, isso é sempre importante”, falou isso e continuou a comer, nossa aquele momento foi muito tenso, faz uns 5 meses isso, depois disso minha família ver normal o que eu sou, minha mãe pergunta direto se eu tenho namorado, eu falo que não. Meu pai pergunta de vez em outra se tenho algum rolo, agente conversa abertamente sobre o assunto é legal, eu sempre falei para eles que sou bi, que também gosto de mulheres, mas ele nem acreditam em mim, hehe, acham que sou gay mesmo, bem talvez eles tenham razão não sei, também não me importo com isso
__Tenho inveja disso em você - falei para ele triste - meu pai disse coisas horríveis para mim, bem eu também respondi de maneira desagradável.
__É eu entendo, sabe Tom, sabe eu posso ser seu amigo, bem..., se você quiser claro, podemos fala sobre qualquer coisa.
Ouvir aquelas palavras realmente me deixaram animado, sabe eu estava vendo o Paulo diferente de antes, agora não o estava vendo como o cara hetero que eu sempre desejei, mas sim como o grande amigo que sempre quis ter, um amigo que me entendesse no final de tudo, o dia passou rapidamente, nos conversamos sobre tudo, amigos, família, sexo, principalmente sexo, ele falou até que eu beijava melhor que o Thiago, hehe, fiquei feliz em ouvi isso, aquela raiva que eu estava sentindo se foi, mas também percebi que a área da minha áurea natural tinha diminuído de novo, por ter ficado mais relaxado talvez, a família do Paulo era realmente muito legal, a mãe dele quando me viu perguntou se eu era o namorado dele, nossa foi tenso aquilo, o Paulo mandou a mãe dele para de brincar, o pai de Paulo só deu uma pequena indireta quando Paulo falou que eu iria fica lá por alguns tempo, tipo falou se cuidem garotos, meio que pareceu um pouco mais do que isso que ele quis falar, lá estava eu e Paulo dormimos na mesma cama, ficamos brincando feito dois pirralhos, chutando um ao outro, soltando gases, pegando nas partes intimas de brincadeira, realmente nunca estive tão feliz antes, finalmente encontrei um grande amigo que eu tanto queria em meio de todo aquele tormento, finalmente encontrei um pouco de paz, quando estávamos cansando nos despedimos com um boa noite e nos abraçamos, dormimos abraçados, não sei acho que não ouve libido de nenhuma das partes, mas aquela sensação de conforto realmente foi muito agradável, mas isso era apenas um pequeno descanso afinal amanhã iria enfrenta de frente a organização e eu teria que esta preparado para o pior uma batalha. 

Capitulo 16: - Marionete - Parte 1

Eu olhava fixo para os olhos de Paulo, com uma face ameaçadora, ele estava suando sua respiração estava mais pesada, além disso, ele parecia que realmente tinha medo de algo.
__Paulo o que significa isso? Me responda - perguntei calmamente, e Paulo só continuava com sua expressão de medo.
__Eu não posso te falar ela vai me matar - falou Paulo realmente assustado.
__Não é bem com a Raven que você devia se preocupar Paulo - falei com um tom aterrorizante, enquanto levantei meu braço esquerdo até a altura do meu ombro e criei 8 estacas de gelo de aproximadamente 10 centímetros do meu lado esquerdo.
Na hora que ele viu isso ele correu para a porta do quarto, então rapidamente eu congelei a porta, ele não tinha saída ainda tentou inutilmente abri a porta, mesmo com a dor do grande frio que fazia não era possível abri-la já que congelei totalmente a maçaneta da porta, ele apenas se machucou por causa do grande frio de suas mãos, que ele as pegou e as juntou assoprando com a boca para esquentá-las me falou gaguejando por causa do frio,
__Ta... ta cer... certo - então acabei com aquele clima que estava no ambiente, desfiz as estacas e regulei de novo a temperatura descongelando a porta.
__Então pode começar - falei enquanto me sentava em uma cadeira perto de uma mesinha de estudo, a cadeira pus virada para a cama, e apontei com a mão direita para que ele se sentasse na cama, então ele se deitou.
__Bem então vou falar do inicio, mas saiba que a Raven vai me matar - Falou ele com esperança que eu não quisesse mais saber sobre o assunto.
__Não se preocupe, da Raven eu cuido ela não vai lhe fazer nenhum mal eu lhe asseguro - Falei calmamente para que ele pudesse me conta tudo.
__Ok falou e deu uma pequena pausa para pegar ar, bem pra começar a verdade é que sou bissexual, curto tanto caras, quanto minas, mas se quer saber não sinto nada por você, você não é meu tipo, prefiro caras mais fortes - falou ele e olhou para mim rindo, eu sem dar muita importância ao que ele disse falei para continuar.
__Bem, sabe no dia que convidei você pra estudar no caminho de casa, sabem aquela menina nova da escola a Raven, apareceu do nada e segurou meu pescoço com força com a mão esquerda quase me estrangulando, me jogando contra uma parede, eu tentava pedi socorro, mas não importa as pessoas passavam bem perto e nem ao mesmo olhava para mim, era como se eu não existisse - com certeza obra do Ilusion pensei.
__Então ela ficou mais ou menos 1 minuto me segurando daquele jeito totalmente calada, me senti meio estranho na hora, senti algo dentro de mim, uma sensação diferente não sei explicar, como se alguém tivesse dentro de mim talvez, não sei, bem mais depois disso ela me falou - escute bem seu lixinho gilete, você vai me obedecer a parti de hoje se não vou te matar, então ela apertou com mais força e continuou, hoje você vai na casa do Tom estudar como vocês marcaram, depois você vai perguntar se ele é viado, entendeu? Dai bateu minha cabeça com a parede, senti que aquilo tinha causado um sangramento realmente estava doendo, falei sufocado - entendi.
Ótimo, e depois que ele falar que é você vai fazê-lo senti-se humilhado entendeu, eu fiz sinal com a cabeça de afirmação, agora pegue meu celular ligarei para você e lhe darei, mas ordem saiba que sei onde você mora, pra prova tem até um presentinho no seu quarto, não conte isso pra ninguém se não; então ela deu um soco na parede com a mão direita que a quebrou totalmente, bem quando cheguei aqui no meu quarto estava cheio desses pôsteres, bem eu tive medo de tira-los, não sei eu realmente to assustado com essa Raven, ela como você não é humana, bem não pensei em mas nada a não ser fazer o que ela tinha mandando e como você sabe eu fiz, me senti muito mal depois, sabe Tom eu não tenho nenhum preconceito ou algo do tipo, seria hipocrisia, afinal eu também curto caras, sabe já sai com o Thiago do time foi legal - bem realmente o Thiago é forte até pensamos que ele toma anabolizantes na academia pensei enquanto continuava a ouvir a história dele.
__Bem mais continuando, quando cheguei, em casa à Raven ligou, falou que amanhã tinha outra missão eu tinha que ser ainda mais cruel, ela mandou eu falar aquelas coisas que eu falei pra você dos poderes também, tudo sobre o cara que você devia matar por mim, que por acaso não existe, sobre o sexo, tudo eu não tinha escolha a não ser fazer, eu sei que eles nos observam a cada instante cara, acho que foi como você disse essa tal organização que planeja tudo isso, não sei bem mas até ai tudo bem, mas a questão foi hoje, de manhã eles ligaram umas 7 da manhã já estava no caminho para a aula quando um cara me ligou, achei estranho não foi a Raven que ligou mandou eu entregar um bilhete na porta de minha casa, mais estranho o bilhete estava sobre a minha mesa de estudo, e completou dizendo que eu devia fazer de tudo para voltar ser seu amigo se não ele matava minha família, não tive escolha sou apenas um fantoche deles, logo depois de chegar lá ligaram de novo e mandaram eu espera até que você saísse da escola para encontramos na rua, então foi assim que nos encontramos do nada cara, e essa é toda a verdade - falou ele como se tivesse tirado um grande peso dos ombros e tudo aquilo me causava muita raiva eles estavam me manipulando como uma peça de xadrez, o que podia fazer não sei mas teria que acabar com isso de uma vez por todas.

Capitulo 15: Corações partidos - Parte 2

Então resolvi ir para casa de Paulo, ele não morava tão longe assim de mim, uns 30 minutos, eu já sabia onde ficava a casa dele, ele nos convidou para uma festa de aniversário na casa dele em janeira desse ano ainda, o que ia fazer não me importava, mas ainda estava me sentindo estranho pelo que tinha acontecido lá em casa, mas é estranho eu ainda estava tomado pelo o ódio, mas enquanto caminhava estava percebendo o quanto minha área estava grande, chegava a mais de 80 metros sem me esforça mas em compensação não conseguia sentir nada, só a raiva que tinha dos meus pais, não me preocupava por ter feito eles chorar ou por ter quebrado a TV que tanto deu trabalho para conseguir, só pensava que eles mereciam isso, não sei ainda tinha uma parte boa dentro de mim, mas não conseguia ouvir essa parte, bem cheguei na casa de Paulo depois de um tempo de caminhada, ainda me sentia diferente do meu verdadeiro eu, ainda estava tomado pelo ódio, bati a porta umas 3 vezes, a casa do Paulo não é uma casa muito grande bem menor que a minha, feita de um material comum, era simples acho que o aluguel não devia chegar à 300 reais, bem ele abriu a porta o Paulo, estava vestindo apenas um short estilo surfista, a sua cueca branca aparecendo sobre o short, em seu corpo magro, ele abriu apenas metade da porta.
__Tom o que esta fazendo aqui? - Perguntou ele discretamente.
__Eu aceito. - Falei friamente.
__Aceitou? - Perguntou ele confuso e com voz baixa.
__ Sim eu aceito matar o cara que você deve dinheiro. - Falei calmo, não sentia mas nada por isso não fazia diferença mas nada.
__ Serio mesmo? - Perguntou ele com um sorriso no rosto.
__ Sim, mas em troca quero que você me deixe morar aqui com você por um tempo.
__ Serio? Mas por que você quer mora comigo?
__ Apenas quero, você aceita ou não? - Ele ficou com uma cara meio que pensando no que estava acontecendo.
__ Certo eu aceito entre. - Ele abriu a porta completamente para que eu pudesse entrar, então eu o fiz, quando estava dentro da casa dele, parecia uma casa simples sem muitas coisas, uma TV de 21, uns quadros, nada de mais, realmente muito simples.
__ Bem onde esta sua família?
__Minha mãe esta na casa de uma tia minha, só volta à noite, meu pai só Deus sabe, provalmente em alguma farra, hoje é folga dele minha mana esta estudando só chega a tarde - deu uma pausa e olhou para mim.
__Não se preocupe ninguém da minha família vai se importar de você mora aqui algum tempo.
__Ok então você me diz quem é a pessoa nesse final de semana e eu a mato - falava isso sem olha para ele olhando para os quadros que nem era grande coisa.
__ Tudo bem então vem ver, você vai ficar aqui no meu quarto - falou ele e foi para o quarto eu o segui, chegando no quarto  vi aquela cena nada legal, no quarto tinha vários pôsteres de mulheres peladas, parecia o lugar onde meu pai trabalha, realmente me senti desconfortável ao ver aquela cena.
__Tudo bem, espero que você não se importe em dormir em um colchão - perguntou ele com a mão direita na cabeça.
__ Não por mim tudo bem - falei sem dar muita importância à situação, afinal já não tenho muito que perde, pensei.
__ Bem que tal irmos direto ao que interessa - falou Paulo enquanto foi em minha direção e me abraçou por traz senti sua excitação, ele começou a beijar meu pescoço, enquanto esfregava seu corpo ao meu
Fiquei excitado na hora aquela sensação realmente é muito boa, e enquanto ficava totalmente desnorteado pela aquela sensação, ele colocou a mão sobre meu short me deixou realmente excitado, ele então pois sua mão dentro de minha calça e alisou meu pênis por dentro da cueca, ele sabia realmente o que estava fazendo então me virei rapidamente, e olhei para ele, ele estava de olhos fechados, imaginei, por que isso? Ele abriu os olhos e foi em direção ao meu rosto e me beijou, lentamente e colocando sua língua dentro da minha boca, esse era meu primeiro beijo com um cara. Com o cara que eu sempre quis, mas mesmo me sentindo excitado mesmo aquilo sendo aparentemente perfeito não conseguia me sentir bem, naquilo, não sentia que aquilo era algo verdadeiro então parei de beijá-lo.
__ Por que você esta fazendo isso? - Perguntei tomando um pouco de ar.
__ Já disse eu gosto de você.
__ É eu ouvi isso hoje - falei com ele fazendo pouco.
__ Mas não acha esquisito termos nos encontrado desse jeito - nesse momento ele ficou um pouco nervoso.
__ Esquisito do que você está falando? - Nesse momento percebi que a temperatura do seu corpo mudou isso demonstra nervosismos - agora tenho certeza que algo estranho esta acontecendo, então é isso você faz parte da organização - falei de maneira calma
__Organização, o que é isso? - Falou ele de maneira curiosa.
__ Tudo bem já que você não vai dizer tudo bem, mas saiba que eu não vou ficar com você, agora me pergunto o que faz um cara hetero ficar com um cara.
__ Eu não sou hetero sou bi, se quer saber você não é o primeiro cara que eu beijo - falou ele irritado
__Sei... Isso não importa - quando o telefone dele tocou, um toque de funk carioca, ele viu na tela do seu celular quem era ele ficou nervoso e desligou.
__ Me dê o celular agora, falei de maneira ameaçadora - não você não tem direito o celular é meu, eu rapidamente o interrompi, se não quer que eu congele seu coração é melhor me dar esse celular, falei isso enquanto abaixava a temperatura, com o ar gelado saindo de sua boca, ele me deu o celular que eu vi na tela do celular, o nome Raven junto com o numero do celular, nesse momento o que era uma duvida agora tenho certeza, o Paulo realmente faz parte da organização eu irei descobri o que esta acontecendo aqui.    

Capitulo 15: Corações partidos - Parte 1

La estava eu naquela situação, numa situação que sempre tive medo de enfrenta, por isso estava acontecendo agora, quem tinha feito isso e por quê? Com certeza essa carta não foi escrita pela Tina, mesmo que a letra seja a dela, ela nunca faria isso, talvez mandasse uma mensagem pro meu celular, mas não uma carta para minha casa, e esse telefonema, é tenho certeza à organização quis falar para meus pais da minha sexualidade, mas por quê?
__Então Tom, vai fica calado? - Perguntou meu pai realmente irritado, minha mãe não parava de chora no sofá, e meu pai na minha frente com uma cara de decepção muito grande misturada as suas lagrimas de desgosto.
 __ É... É verdade - falei algo do tipo realmente baixo e olhando para o lado, então meu pai gritou levantando a mão como fosse me bater
__O que você disse!? - Com um olhar realmente ameaçador, na hora que ele gritou comigo foi como se uma fúria tomasse meu corpo, tudo que eu estava passando era demais, não conseguia fica em paz nem por um segundo, eu só queria minha velha vida de volta, mas não podia.
__ É pai, é isso eu sou um gay, bicha, viado, o que você quiser me chamar não me faz diferença, por que a verdade é que eu gosto de caras, somente isso - falei com ele com um tom calmo, por dentro estava tomado pelo ódio, se não tivesse aprendido a controla melhor meus poderes, provavelmente as coisas já teriam esfriado aqui
Meu pai ao ouvir isso começou a chora de novo minha mãe simplesmente não tinha reação estava lá sentada chorando olhando para o chão sem piscar ou fazer nada, meu pai respirou fundo, olhou nos meus olhos que não tinham medo dos dele
__Não se preocupe filho vou curalo de sua doença, vou procurar um médico de cabeça para curar isso de você - falou ele desesperado, eu continuei com aquele olhar frio como se tivesse possuído pelo meu ódio.
__ Médico... Dei um pequeno sorriso sínico, você é um idiota - no momento que eu falei isso para meu pai, ele me deu um soco na cara, eu rapidamente congelei a parte interna da minha mão direita e controlei esse gelo para que bloqueasse a mão do meu pai
Eu controlo muito mais rápido o gelo do que meu próprio corpo, em centésimos de segundo bloqueie o soco feito pelo meu pai, que rapidamente retirou o braço pelo frio que sentiu na hora que realizou o golpe.
__ O que foi isso? Perguntou ele surpreso enquanto juntava as mãos e assoprava para esquenta sua mão direita.
__ Nada eu apenas estava tomando um soverte, comecei a rir com um tom sínico
Já chega disso vocês dois, minha mãe gritou finalmente saindo daquela expressão depressiva e tomando alguma frente em tudo isso.
__ Carlos, pare já com isso, não acredito que você ia bater no seu próprio filho, se controle pelo amor de Deus, e filho, filho você chamou seu pai de idiota e esta rindo de tudo isso, não parece ser você, o que esta acontecendo com essa família, falou minha mãe querendo tomar o controle dessa situação ela tinha razão em tudo isso aquele não era o meu eu de antes, se fosse antes dessa semana provavelmente eu teria ido pro meu quarto chorado e iria até fazer tudo que meus pais mandassem até ir para o psicólogo, mas agora não.
__ Clara, nos não podemos ter um filho gay, o pessoal da oficina não ia me deixar em paz enquanto aos nossos vizinhos o que eles iriam pensar, que fomos péssimos pais e tudo mais - falou meu pai apontando para mim enquanto falava com minha mãe.
__ Por que estão tão preocupados com isso vocês não são meus pais - Falei com um tom de deboche, eles olharam para mim surpresos e indignados pelo que eu acabei de falar.
__ O que você disse filho? - Perguntou minha mãe extremamente fragilizada, e meu pai só colocava a mão na cabaça e resmungava algo como isso não pode está acontecendo é só um pesadelo.
__ Foi o que você acabou de ouvi mulher você não é minha mãe, nem esse idiota é meu pai vocês me adotaram - falei extremamente calmo, com certeza aquela pessoa fria que eu virava que estava com raiva tinha me tomado, eu não sentia mas remorso, pena, tristeza apenas ódio, meu pai falou baixo e extremante nervoso era visível as veias em sua cabeça e pescoço pulsando de modo.
__ Saia da minha casa - deu uma pausa e falou como se estivesse vomitando essas palavras - agora! - Minha mãe ficou paralisada como se seu mundo tivesse partido ao meio ela não tinha nenhuma expressão só às lagrimas que caiam de seus olhos tristes sem para, eu me virei e fui em direção a porta, antes disso olhei para eles.
__ Sabe é bom saber que tudo que eu fui pra você o garoto perfeito não valeu de nada realmente não estou surpreso com essa atitude - dei uma pequena risada de ironia.
__ Vocês gostam mesmo dessa televisão não é? Pena que esta quebrada - falei sinicamente, a televisão de 42 polegadas LCD que meus pais compraram a 2 meses, eu simplesmente congelei todos os circuitos e o liquido de LCD a tela explodiu na hora pela diminuição de tamanho causado pelo baixa temperatura simples física, meus pais olharam para a TV que explodia, com medo.
__Que pena era realmente uma televisão bonita, bem adeus família Phylipes - sai pela porta sem olhar para traz, o que faria agora que tinha sido expulso de casa, hum... não podia ir para casa da Tina, não daquele jeito que eu estava, daquele jeito diferente, mesmo não sendo totalmente, eu bem tinha medo de machucar a Tina sem querer com algo que eu falasse, bem mas tive uma idéia de onde ir. 

Capitulo 14: Olhos divinos - Parte 2

__ Minha visão tem capacidade ilimitada, eu sou capaz de ver o passado presente e futuro da maneira que eu quiser, eu sou capaz de ver muito alem do meu corpo, eu estou procurando por pessoas como nos depois que sai da organização, até agora só encontrei uma garota muito especial, seu nome é Célia, ela tem poder chamada de Heal, ela é uma regeneradora, consegue ativar rapidamente os glóbulos brancos plaquetas e anticorpo numa velocidade mil vezes mais rápido, o que permiti uma regeneração muito rápida e cura a maioria dos tipos de doenças, ela também é capaz de se tele transportar, em uma distancia de ate 15 metros, uma menina realmente formidável, você ainda a conhecera, bem; mas a organização possui cinco dos nove de nós, incluído você claro.
__ A organização não me tem interrompi ela bruscamente,
__ Isso é muito bom saber, você foi; por isso que eu vim, você não devia confiar na organização, falou ela parecendo preocupada.
__ E devo confiar em você certo? Falei com um tom irônico,
__Não você não deve confiar em mim, deve confia em você, sabe Ice, eu não estou aqui pra que você venha para meu lado, claro que seria bem vindo se quisesse, mas vejo que você não sabe o que você quer ainda, nem sobre seus poderes nem sobre sua vida, você possui muitos medos, duvidas e inseguranças sobre você mesmo, sabe Tom você precisa cresce ainda, quando estive pronto você tomara a decisão certa sobre o que fará, mas por enquanto você é como uma criança que absorve informação, mas o que vai fazer com ela apenas quando você vira adulto saberá, falou - ela calmamente, com aquele tom superior ela fala com se fosse um anjo, não sei. O que ela falou me tocou, acreditei nela, não sei tenho a impressão que ela é diferente de Inferno, que nela posso confiar, mas tenho que ter calma não posso acreditar tão fácil assim nas pessoas eu sei disso agora.
__ Ice, eu vi o futuro, acredite em mim, você causara muita dor as pessoas a sua volta de varias maneiras possíveis, o único jeito disso, de você sobreviver a isso é não esquecer quem você é, falou ela de modo preocupado, e falando em enigmas, por que ela não fala de uma vez o que ela quer dizer com isso?
__ Pode ser mais especifica? Perguntei de modo um pouco irritado, __ desculpa, mas fala sobre o futuro pode ser perigoso, nem o futuro nem o passado devem ser mudados, isso pode ser muito perigoso, o máximo que posso fazer é lhe advertir que você terá que ser forte para consegui suporta esse futuro, deu uma pequena pausa para respira profundamente, depois disso; ela sabe Ice eu confio em você, sua maior força não são seus poderes e sim seu coração, você só precisa acredita nele, bem agora que eu já falei o que tinha de falar eu me vou, se quiser confiar em mim ou não isso é escolha sua Tom, mas saiba que você necessita mesmo de acredita em algo, em você! Adeus. Falou isso levantou lentamente e começou a andar em direção contraria a da minha casa, enquanto ela saia da minha vista eu ficava pensando no que ela tinha me dito afinal ela tinha razão em uma coisa, eu ainda não sei o que fazer com todas as informações que eu estava absorvendo, não sei o que devo fazer mais uma coisa é certa, o que aquela mulher falou realmente me tocou de uma maneira a me deixa mais confiante e também preocupado com o futuro que ela contou, bem não que eu não acredite nessa parte, afinal depois da luta que eu tive com a Raven não acho que eu seja uma pessoa tão boa assim, bem então resolvi pagar as bebidas, até o chá dela, bem e depois eu fui para casa, chegando à sala estava uma situação muito estranha meu pai e minha mãe no sofá, meu pai sem camisa, e minha mãe com a roupa que ela costuma usar no trabalho, aquilo estava um clima muito pesado, algo terrível estava acontecendo, fiquei extremamente tenso.
__Por que veio agora Tom? - falou meu pai irritado, nunca tinha visto meu pai daquele jeito ele nem se quer olhou para mim.
__bem... Eu to me sentindo meio mal, então resolvi vim, mas cedo não se preocupem não tem nenhuma aula importante hoje, falei bem preocupado com o que estava acontecendo olhei para minha mãe ela estava chorando.
__ Por favor, diga que é mentira, falou meu pai que depois de ter falado isso também começou a chorar.
__ O que esta acontecendo? - perguntei gaguejando e vendo aquela cena também fiquei com vontade de chora.
Meu pai se levantou bruscamente e gritou diga que essa merda aqui é mentira, nesse momento minha mãe que tava sentada na sala começou a chorar ainda mais, eu vi a carta era da Tina, lá estava escrito: "Tom Tom, não sabe o que descobri a Clara falou que o gatinho do Gustavo, também curti caras parece que ele falou isso que estava conversando com elas, amigo, não perca essa oportunidade, da em cima dele, já ta na hora, de você tomar uma decisão na sua vida! Ps: mandei essa mensagem aqui em casa, afinal não sei se você vai volta pra sala, afinal professor Dante é um saco, então sai na primeira aula para mandar esse bilhete como você vai chegar antes de seus pais não tem problemas, te adoro Tom, beijos.”
Não acreditava no que tava lendo a letra realmente era da tina, mas tenho certeza, que ela não faria algo assim.
__ Sabe recebi um telefonema de alguém dizendo que tinha um cliente da minha mulher esperando em casa, que era para eu fala com ela, mas quando cheguei aqui só vi essa carta, não acredito nisso filho diga que essa menina esta mentindo, por favor, e começou a chora ainda mais, não acredito o que vou fazer agora, quem fez isso e por quê? Não tinha como fugir agora, mesmo que tivesse já estava cansando de viver uma mentira estava na hora de encara meu medo como Peace falou.

Capitulo 14: Olhos divinos - Parte 1

La estava àquela mulher misteriosa indo a minha direção, não pude deixa de repara como esse encontro parecia com aquele encontro com o Inferno, não sei, ela era bem estranha, aparentemente cega, mas estava indo para minha direção sem problema, quanto mais perto chegava de mim, mais assustador era o fato que eu não a conseguia senti, não entendo, eu consigo senti qualquer objeto, pessoas e os como nós eu consigo senti a energia que causa interferência nos meus poderes, então quem é ela? Não sei, mas iria descobrir finalmente ela chegou perto de mim, me senti realmente estranho, como se tivesse um fantasma na minha frente, não sei explicar o que eu estava sentindo,
__ Bom dia Tom Phylipes, - falou ela sua voz era doce, calma, com um tom de superioridade, não sei como se fosse algo maior do que um humano, meu nome é Katrine, podemos conversar em um lugar mais reservado a poucos metros daqui tem uma lanchonete, acho podemos conversar melhor lá enquanto tomamos um café, falou ela parada na minha frente, com uma espécie de bengala, que ela segurava com muita força, seus óculos escuros, mas parecendo que olhava para mim, mesmo olhando para outro lado, era difícil, entender aquilo.
__ Não sei quem é você nem como sabe meu nome, mas se você é da organização não temos o que conversar estou cansado, quando ela segurou minha mão esquerda com sua mão esquerda, nesse momento eu não senti mais minha mão, pelo menos não com meus poderes, foi muito assustador, era primeira vez que tinha sentindo aquilo, era como se tivesse apagado minha mão da imagem que eu fazia dela na minha cabeça usando meus poderes, nossa era realmente tenso aquilo!
__ Preciso-te ajuda Ice, você esta se metendo com algo realmente perigoso, eu não faço parte da organização pelo menos não mais. Eu sai dela faz alguns anos, 3 para ser exato, mas como disse vamos para a lanchonete minhas pernas estão cansadas, falou ela meio que desanimada, ela falou de algo, não sei mesmo sendo jovem ela pareceu uma velha falando de suas pernas cansadas fiz um sinal positivo com a cabeça afirmando que iria para a tal lanchonete, ouvi-la no final das contas não devia ter grandes problemas ouvi, alem do, mas mesmo sendo muito estranha, não parecia representar grande perigo só espero que não esteja errado, chegamos na lanchonete não era uma grande lanchonete mas parecia ser organizada, não tinha muita gente lá, afinal ainda era manha, sentamos numa mesa fora da lanchonete, uma mulher jovem uns 20 anos com a farda do estabelecimento nos foi atender pedi um refrigerante, e a Katrine pediu um chá, estávamos nos dois lá naquela mesa, ela sentada, com sua bengala deitada em seu colo.
__Bem acho melhor começar a fala sobre mim, você deve esta com muitas duvidas, bem meu nome é Katrine, mas a organização me deu o nome de Peace, eu sou como você Ice, fui criada na organização e tenho 26 anos, fiquei com uma cara meio que pensativa sobre o que ela estava falando, você deve esta estranhando o fato de que não consegue senti minha presença, bem isso é por causa dos meus poderes, sabe meu celebro cria um campo de energia mental que nulifica outros poderes, um cancelador eu diria, bem minha área natural é de poucos centímetros, mas posso aumenta por 10 metros se quiser, nessa minha áurea, existem efeitos diferente para humanos e pessoas como nos, para humano os deixa em um estado de dormência, algo como o efeito de um calmante muito forte, eles não conseguem pensar nem agir direito, sabe, mas o efeito varia de humano para humano alguns são mais resistentes, outros desmaia rapidamente, isso eu não tenho como controla, alguns podem apenas da um pequeno cansaço, enquanto para pessoas com poderes, ele os nulifica, dissipa sua energia mental, por isso você não consegue me senti, seu poder não me alcança, quando encontra minha energia nulificadora ele some completamente; foi quando chega a garçonete nos trazendo o chá e o refrigerante,
__Obrigada querida falou ela! - seu jeito de fala ainda é mais antiquado que o do Inferno nossa! A garçonete perguntou se queríamos algo para comer respondemos que não e ela foi para dentro da lanchonete.
__ Me fala por isso seu apelido é Peace? Porque você anula os poderes dos outros?
Sim, e também por que tenho um corpo muito frágil, sabe estou morrendo tenho no máximo uns 6 meses de vida, meu corpo e minha mente se deterioram muito mais rápido do que qualquer um, isso foi um defeito em minha criação, mas já aprendi a aceita isso, mas se quer saber a áurea nulificadora não é meu poder principal, sabe isso foi desenvolvido em mim como uma forma de defesa, para protege meu verdadeiro poder; o poder que a organização tanto anseia em conseguir, eu possuo o poder da visão infinita, ela tirou seus óculo de maneira discreta para que só eu pudesse velos, eu vi e fiquei realmente assustado, ela não tinha pupila, iris, ou nada, ela só tinha a parte branca dos olhos, algo como o exorcista, realmente fiquei assustado, essa visão infinita realmente parece ser um poder que a organização quer, é tão controladora cobiçaria, fiquei curioso para saber o que ela podia fazer, mas será que posso confiar nela?

Capitulo 13: não confie em ninguém - Parte 2

Tinha acabado meu banho e já tinha colocado a outra farda da escola que a organização tinha me oferecido, estava tudo indo bem, não sei, falso ou não foi legalz o que o Ilusion tinha feito, não sei me senti muito bem com aquilo, mas não vou me deixa leva por emoções, o Ilusion não é alguém que se possa confia, tinha decidido uma coisa, iriam falta às aulas de novo estava exalto fisicamente e mentalmente, não tinha como ainda como já estava do lado de fora do colégio decidi ir para casa era incrível como antes de eu sai do ginásio ele já estava limpo, acho que o limparam enquanto eu tomava banho foi realmente muito rápido, estava indo pela rua perto da escola quando de repente o vi de novo virando a rua que e quase me atropelando, era o Paulo.
__Oi Tom tudo bem? - eu simplesmente o ignorei e continuei andando, ele agarrou meu braço e disse
__Me desculpe Tom, cara tem muitas coisas acontecendo comigo, por favor, cara me perdoe - falou ele parecendo que ia chorar. Realmente meu coração bateu mais rápido nessa hora.
__O que você quer dessa vez? - falei com ele sem se quer me vira,
__Cara eu só quero que você me perdoe, eu fui um verdadeiro idiota com você, eu estou sendo e quanto mais penso nisso mais me sinto mal, tipo, sempre formos melhores amigos, e agora com isso de você ser gay, e mais descobri que você tem poderes, não sei tive medo que as coisas mudassem entre agente - falou ele parecendo sincero. Eu me virei então.
__Mas então se tem tanto problema com as coisas mudarem entre agente por que você tentou me usar? Ate mesmo oferecendo você sabe o que - falei com ele como se tivesse falando com um criminoso.
 __Cara tipo pra ser sincero eu estava desesperado, preciso muito de ajuda, me meti com gente que não devia e agora eles tão ameaçando minha vida, se fosse só a minha vida mas também a da minha família - ele começou a chora, colocou o braço esquerdo sobre o rosto tentando enxugar as lagrimas - desculpa fico pensando na Lisa minha maninha, não, minha mãe e no meu padrasto, preciso mesmo de ajuda cara, mas deixa isso pra lá, você não tem nada a ver com meus problemas, sabe eu só quero que agente fique amigo de novo, se você fosse capaz de me perdoa eu ficaria muito grato, me abraçou dizendo isso, sabe ele nunca tinha me abraçado antes, nossa dois abraços seguidos de dois caras em pouco tempo, achei estranho mais era tão bom, mas diferente do Ilusion nesse abraço eu fiquei excitado, e também senti que o Paulo também tava excitado, coisas sujas vieram não minha cabeça na hora.
__Sabe Tom eu estava com medo, mas agora não tenho medo, eu gosto de você, realmente gosto de você, sempre gostei desde quando nos encontramos pela primeira vez, quando falei aquilo é por que estava com medo, medo do que podia acontece, medo de que alguém descobrisse de mim, você sabe muito bem que o mundo não é um lugar bom para pessoas como nos - falou Paulo olhando nos meus olhos enquanto saia de perto devagar,
__Você pode me perdoa cara? - perguntou para mim parecendo realmente arrependido,
__bem... Ok vou deixar isso pra lá - falei calmamente, mas no fundo meu coração
batendo rápido realmente acho que estava apaixonado pelo Paulo, mas
realmente estava assustado com tudo também
__bem to indo pra aula então até mais, falou ele indo pra escola,quando de repente eu me toquei, por que ele estava indo pra escola as 8:35? E mais, aquele não era o caminho da casa
dele. Não foi muita coincidência termos nos encontramos lá naquela hora, e tipo pensando bem... Será que o Paulo faz parte da organização? Mesmo  isso parecendo um pouco de loucura, faria algum sentindo isso explicaria como ele descobriu dos meus poderes, e também o fato de a organização quere que eu lembre a raiva que sentia dele pra fica mais forte, ele
perguntou se eu era gay assim no dia em que eu conheço inferno, são muitas coincidências, e por que agora essa mudança repentina de personalidade,  aquele Paulo não parecia ser o mesmo de dois dias atrás, parecia ser o Paulo que eu tanto queria.
E ele também vem fica bonzinho comigo e me dar um abraço coisa que ele nunca fez, no dia em que o Ilusion também decide vira meu amigo. Não, isso está muito estranho, quanto mais pensava nisso mais a idéia que o Paulo seja da organização não me entrava na cabeça, mas se eles pensam que podem usar meus sentimentos estão enganados, não vou cair no jogo deles mesmo sendo muito difícil resisti, bem mas ainda queria ir pra casa agora mais do que antes, deita, olhar pro meu anjo de gelo, não sei, me acalmar
Quando no mesmo lugar que eu encontrei o inferno, senti algo muito estranho, algo que não conseguia entender, era alguém, um sentimento diferente de antes olhei para traz assustado procurando de quem vinha aquela sensação estranha. Uns 10 metros de mim eu tinha percebido uma mulher de óculos escuros vestindo um vestido branco, cabelos longos e um branco levemente prateado, mas não parecia velha uns 25 anos talvez, magra e alta, estava segurando um pedaço de madeira comprido e fino como uma bengala parecia uma cega, mas aquela sensação que senti era estranha ela com certeza não era uma pessoa normal, mas também era diferente de nós, com as pessoas como nos,eu sinto sua energia que interfere não minha e impede que eu perceba seu interior mas essa ai não.
Simplesmente é como se minha energia sumisse de repente. Chegando perto dela, era um sensação realmente assustadora eu não conseguia senti-la de jeito nenhum apenas um espaço em branco na minha mente, quem era ela? Não sei, mas ele estava vindo em minha direção, logo iria descobrir e ai seria mais alguém em que escolherei se confiarei ou não

Capitulo 13: não confie em ninguém - Parte 1

Lá estava eu numa situação que nem eu estava acreditando tava tomando um banho no chuveiro do ginásio, limpando o sangue que ainda estava na minha pele, enquanto aquele liquido vermelho descia pelo ralo, só me perguntava o que eu tinha feito? Mesmo que eu não gostasse da Raven, nada me justificava quase ter matado ela, estava fora de mim, eu sempre fui um cara que me preocupava com as pessoas, por que eu fiz aquilo, então aquele ódio que tomou conta de mim, me deixou vazio, mas ao mesmo tempo incrivelmente poderoso, eu a poderia tela matado a hora que eu quisesse, e quase fiz exatamente isso, enquanto estava tomando banho no ginásio, no vestiário são 7 chuveiros num espaço grande sem  barreiras entre os chuveiros, chegou o Ilusion com uma sacola na mão direita.
__Ora é maior do que eu imaginava hehe - falou ele rindo e olhando para mim pelado
__O que você esta fazendo aqui? - perguntei a ele serio.
__Calma, eu vim aqui entrega suas roupas novas, as velhas como você deve ter percebido não estão em condições de uso a não ser que esteja em fazendo um filme de terror hehe, a propósito estava falando do vestiário, se é que me entendeu - completou ainda rindo, continuei a toma banho sem me importa com a sua presença.
__Sabe hoje ta calor, já sei também vou toma banho
Ilusion falou isso enquanto estava tirando a roupa, e meio que tentei disfarçar que não estava olhando para ele, mas realmente dei algumas olhadas sim, o que posso dizer é que ele tem um corpo bem legal, barriga bem definida, braços um pouco fortes, não tinha nenhum pelo no corpo, a não ser "naquelas partes" que o tamanho era normal, a sim que eu olhei rapidamente virei a cara, já estava meio que acostumado a me controla no chuveiro, entre meus amigos não tentava da nenhuma pista, ele veio para o chuveiro do meu lado e o ligou, continuava tentando não olha para ele, mas era difícil ele realmente tem um corpo legalz, depois de um minuto de banho ele falou.
__Sabe, a Raven é uma pessoa perturbada - ficou com uma cara e falando num tom sério - ela sofreu muito no orfanato que ela viveu, não que isso justifique o que ela faz, mas não sei eu não queria esta no lugar nela, eu como você fui criado  por uma família gentil, já a Raven não teve tanta sorte, alem de ter sofrido no orfanato ,o homem que a adotou lhe batia. Ela aprendeu a usa seu poderes mais cedo, aos  9, quando um homem chegou na sua casa e queria estuprá-la, ela no meio do estupro colocou a mão sobre a cabeça do homem e só queria que ele morresse, bem aconteceu ele caiu duro a Raven tinha apagado totalmente seu cérebro tornando ele nada mais que um vegetal, depois disse ela fugiu, viveu nas ruas aprendeu a vive por lá - falou ele olhando para baixo e triste enquanto a água cai no rosto por um momento pensei ter visto uma lagrima, não sei talvez fosse apenas uma impressão minha.
__Por que esta me falando isso? - perguntei meio não parecendo me importa,
__Nada não, só gosto de fala besteira as vezes - falou ele com um sorriso no rosto,
__Tudo bem, mas não é como se eu tivesse sentind.. - falava eu quando de repente
ele veio em minha direção e me abraçou bem forte, juntando os corpos, lá
estavam dois caras pelados abraçados e não me senti excitado, mas me senti
bem na hora que ele fez isso.
__Não se preocupe você não esta só, pode conta comigo ice - sussurrou ele no meu ouvido e se distancio lentamente
__esta bem - falei pra ele com um leve sorriso no rosto, realmente me senti  muito bem com aquilo, não sei nunca tinha sido abraçado daquele jeito por ninguém antes.
__ok mano mas agora to indo nessa flw - falou ele depois de coloca a mão no meu cabelo fazendo um cafuné
Colocou a roupa e se foi rapidamente enquanto a mim, estava meio que pensativo sobre a Raven, não sei, se o Ilusion fala a verdade então realmente ela deve senti muita dor, matar
uma pessoas aos nove anos, meio que deve ser traumatizante, mas tem uma questão, o Ilusion como sabe de tudo isso sobre a Raven? Ela contou? E mais a organização sempre nos monitorou, então ela sabia que a Raven apanhava e mesmo assim não faziam nada, se bem que no caso pra organização foi um sucesso afinal, ela desenvolveu seus poderes aos noves, espera um pouco agora que eu lembrei, a viagem a argentina, que eu fui, minha família
ganhou meu pai ganhou do chefe dele, um cliente no carro, disse que queria dar uma viagem para a argentina para minha família, meu pai achou estranho ate pensou que era um gay, que tava dando em cima dele, mas o homem deu as passagem e pagou o hotel que ficamos por 7 dias, será que a organização tem a ver com isso afinal, foi lá que eu aprendi a controla meus poderes, quanto mais eu pensava, mais duvidas entravam não minha cabeça, realmente posso confia em alguém que passa sua vida enganando a todos ao seu redor como o Ilusion? Não sei, realmente preciso relaxa depois disso, mas realmente a confiança é algo perigoso no mundo em que eu vivo.

Capitulo 12: tão frio quanto o gelo. Parte 2

Lá estava eu naquela situação. Raven estava a mais ou menos 3 metros de mim, estava levantada, no local do ferimento  uma mancha roxa mostrava o sangramento interno, eu continuava totalmente vazio por dentro, sentia que o ódio tinha me tomado, estava com aquelas grandes asas nas minhas costas, acho que devo ter feito aquilo para mostra o que sou superior a ela, mas isso não importava a única coisa que importava era ganhar aquela luta, não ligava o que devia fazer para ganha aquela luta só importa que eu tinha que ganhá-la,
__Parabéns Ice, você realmente esta me dando alguma diversão mas não pense nem por um segundo que eu estou derrotada - falou era parecendo calma, mas senti um pequeno nervosismo em sua voz.
__Então como pretende me derrotar Raven? - falei pra ela com um pequeno tom de deboche
Ela correu em minha direção, mesmo a distancia sendo pequena, rapidamente criei vários espinho de gelo no chão do ginásio, que perfuraram seus pés, mas ela não parou então fiz com que minha asas a atacasse diretamente, então ela saltou sobre as asas, mais ou menos 2 metros acima de mim, o  sangue que caia de seus pés sujavam minhas asas e meu rosto, mas eu continuava sem demonstra nenhuma expressão, nem sequer meu olhar fixo no nada eu mudava, isso aconteceu em apenas 2 segundos talvez menos, ela estava indo da um soco por cima de mim, em direção a minha cabeça, quando eu rapidamente congelei meus pés e controlei o gelo para que deslizasse para a esquerda incrivelmente rápido, fazendo isso ela deu um grande soco no chão, que quebrou o gelo e parte do chão do ginásio, seus pés estava sagrando bastante.
__Acabou Raven, desista - falei friamente enquanto continuava olhando para o nada e com aquela expressão de vazio,
__Do que esta falando seu viadinho, eu não vou perde essa luta, falou ela visivelmente cansada e com respiração bastante ofegante,
Olhei para seus olhos lentamente, virei meu rosto em direção ao olhos dela, a encarei e falei:
__Acabou, você não tem chance de me vence, eu sou muito mais forte que você.
__CALA A MALDITA BOCA SEU MALDITO - gritou ela com toda a sua fúria, e veio em direção a mim numa tentativa desesperada de conseguir me acerta, eu rapidamente criei de minhas asas 6 lanças de gelo que a atravessaram abdômen e pulmões, ela imediatamente cuspiu sangue, olhou para mim e em seguida desmaio, o que eu tinha feito? Eu a tinha matado? Em instantes aquela expressão vazia se tornou expressão de desespero, finalmente voltei a mim, o que eu estava fazendo? Aquele não era eu. Eu não gosto de machuca as pessoas, mas mesmo assim, perfurei aquela mulher sem ter nenhum remorso.
__É, parabéns Ice você venceu - falou inferno friamente enquanto saia da arquibancada e vinha em nossa direção.
__Sabe, a Raven estava ficando visivelmente mais lenta, provavelmente por causa da hipotermia que devia estar sofrendo, deve estar uns 20 graus negativos perto de você - continuo falando.
Rapidamente desfiz minhas asas e todo aquele gelo que tinha criado, Raven caiu no chão sagrando muito e inconsciente, enquanto a mim só olhava para ela desesperado pensando no que eu fiz, o inferno assim que chegou pegou o celular e deu um telefonema disse para que viessem aqui agora, falou calmamente como se nada tivesse acontecido.
__Devo lhe dizer Ice você realmente é muito bom, com certeza vai se dar muito bem na organização.
__ CALADO - parei rapidamente tentado, ver se eu podia fazer algo, mas os ferimentos eram muito sérios.
__Pare Ice, você não precisa se preocupa iremos salva, nos temos tudo sobe controle, sabe nos temos um ótimo sistema de recuperação, amanha mesmo ela já estará na sala de aula, com certeza a organização não dispensaria alguém tão preciosa quanto a Raven, então já acabou por aqui por hoje seu treinamento acabou outro dia podemos marca outro se quiser, agora vá pra sala, você fez um ótimo trabalho aqui - ótimo trabalho? Como podia dizer aquilo?
A Raven estava quase morta e por minha causa, aquele inferno não sentia nada por ela, era como se fosse um lixo ou algo parecido, o que é isso será que alguém que não se preocupa com os seus subordinados vai se importa com as pessoas? Estou cada vez mais certo que inferno mentia para mim, então qual era o real objetivo da organização? Pensei em sai dela naquele instante, mas se fizesse isso não poderia descobrir o que eles querem e assim, esse for algo terrível?  Não, eu tenho que continuar com eles para descobri o que estão tramando e assim descobrir também como impedi-los, de alguma forma teria que fazer isso.

Capitulo 12: tão frio quanto o gelo Parte 1

Então era isso, tinha que ganhar aquela luta não importa o que acontecesse, na verdade acho que esse era o objetivo do treinamento mostra que eu sou capaz de ferir realmente outra pessoa, foi como o inferno falou se eu não estiver pronto pra mata a Raven eu não ganharei essa luta já que ela, pelo que percebi, esta pronta para fazer o mesmo, pense Tom pense, não posso congela lá diretamente, se eu pelo menos tivesse como tirar aquelas luvas, mas não sei como, não tenho chance nenhuma numa luta corpo a corpo com ela.
__O que foi  Ice? Esta com medinho é? - lá vem ela de novo com aquele falatório todo, olhei para ela com muita raiva, aqueles insultos já tinha me enchido a muito tempo.
__Sabe quando eu li o que estava dentro da mente da sua amiguinha eu tive pena de você, nossa acredito que a pior coisa para um pai e uma mãe é ter um filho viado não acha ice? - falou ela pra mim rindo, nessa hora meu sangue ferveu.
__Hahaha, imagina ai a humilhação que isso deve ser para eles, alem de seus amigos que também não sabem de você, se bem que se soubessem não seriam seus amigos, eles teriam nojo de você, nossa você é tão patético Ice que da pena, sabe você é alguém que nem deveria ter nascido não acha afinal você só traria vergonha a todos que fazem alguma ligação com você, como o Paulo por exemplo, você achou que ele ia te aceita não achou? Hahaha - estava rindo alto e colocou a mão direita sobre o olho direito, pareceu realmente desequilibrada na hora, deu um pequeno espaço entre os dedos, e olhou para mim.
__CALA A BOCA SUA DESGRAÇADA - gritei com todas as minhas forças, quando falei isso, o chão num espaço de 1 metro de mim congelou criando pequenas agulhas de gelo ao meu redor, Raven estava a uns 2 metros de mim.
__Anh, que foi? Ficou com raivinha de eu ter falado a verdade? Me fala como é ser odiado por alguém que você pensava que gostava de você? Acho que deve ser triste - falou ela num to de deboche - o pior é aquela vadia da sua amiguinha, se apaixonou por um cara que nem gosta de mulher, por que você não come ela, vira homem pelo menos uma vez na vida, acredite ela adoraria dar pra você - falava rindo, eu fechei minha duas mãos por causa da raiva que eu sentia.
__ Já chega desse blábláblá - olhei para ela de maneira como se não sentisse mais nada, como se todos os sentimentos em mim tivessem morrido, aquele Tom que quis mata o Paulo, era aquilo que eu devia ser para vencer aquela luta.
__O que vai fazer viadinho? - perguntou ela rindo mais calmamente.
__Sabe você conseguiu Raven, é melhor estar preparada para essa luta se não morrera - falei friamente enquanto a olhava com aquela expressão vazia.
__Você  me matar? Não me faç...
Antes que ela pudesse terminar a frase fiz com que aquelas pequenas agulhas de gelo que eu tinha criado no chão voassem em direção a ela no espaço do abdômen, ela rapidamente deu um pulo para o alto bem rápido, ele saltou uns 2 metros acho, realmente incrível. Os espinhos de gelo acertaram a parede do ginásio, mas nenhuma atravessou a parede, eu não estava pensando, mas nada alem de derrota lá a Raven, ela se levantou  e disse:
__Finalmente você resolveu vira homem.
__Sabe Raven, o que você diz não me atingi, você tem razão, eu nasci assim e provavelmente, você tem razão sobre família e amigos sentirem vergonha de mim, mas isso não importa, pois é assim que eu sou e não vou mudar. Sabe eu tenho a tina comigo, já não estou completamente só, mas você, você nunca vai ter ninguém, as pessoas que te seguem são apenas por que tem medo de você, mas saiba eu não tenho medo de você - falei para ela como se tivesse pena dela.
__Você tem razão, já falamos demais, hora de luta e espero que esteja pronto pra senti muito dor - ela falou isso agora de uma maneira muito seria
Correu rapidamente em minha direção de novo erguendo a mão direito como se fosse da um soco, ela estava a apenas 1 metro de mim, então eu fechei os olhos novamente e em milésimos de segundo criei, duas asas de gelo nas minhas costas. Essas asas as tinham varias pontas afiadas. Então controlei essas assas para que atacassem a Raven nas pernas e de novo no abdômen, rapidamente ela percebeu aquilo e se esquivou dando um salto para traz. Esse salto realmente foi impressionante diria que de uns 3 metros ela deu um giro e caiu no chão ainda de pé, realmente impressionante, mas vendo que ela ainda estava se recuperando eu lancei das pontas de minhas asas 14 espinhos de gelo na direção dela, ela ainda estava se recuperando, mas conseguiu percebe aquilo e deu um pequeno pulo para a direita, mas vendo que ela ainda estava se recuperando eu lancei das pontas de minhas asas 14 espinhos de gelo na direção dela, ela ainda estava se recuperando, mas conseguiu percebe aquilo e deu um pequeno pulo para a direita, mas um dos meus espinho conseguir acerta de raspão sua panturrilha da perna  esquerda, causando um ferimento leve, mas foi o suficiente para  sangrá-la.
__Idiota - ela falou isso com raiva, e colocou sua mão sobre a ferida, e rapidamente fechou seu sangramento, senti que a energia dela se intensificou naquele local.
__Então você comandou seu corpo para endurecessem os músculos para que bloqueassem a saída de sangue - falei para ela pra mostra que eu sabia o que tava acontecendo, bem não importa, aquele ferimento não tava curado o sangramento mesmo que pequeno continuava dentro da sua perna, mas pelo que percebi ela não sentia dor, deve ser fácil pra ela controla a dor, bem mas agora sei que eu irei ganhar essa luta mais cedo ou mais tarde.

domingo, 20 de março de 2011

Capitulo 11: verdadeira força - Parte 2


__Muito bem está na hora da terceira e última parte do treinamento de hoje descanse por uns 5 minutos - ele falou isso e pegou o celular do seu bolso.
Ligou para alguém, eu estava realmente cansando nem ouvi direito pra quem foi, aproveitei os 5 minutos, e descansei durante, esse tempo, já me sentia melhor, não sei, foi quando comecei a senti a presença de alguém como nós, quando a porta se foi aberta por inferno, e tinha chegado a Raven, ela estava vestida com a mesma roupa de ontem, mas tinha um detalhe estranho, estava vestindo luvas pretas, de borracha eu diria, mas havia algumas placas de metal nas luvas, ele chegou sorrido e batendo o punho direto sobre a mão esquerda, como àquelas pessoas que demonstram que vão bater em alguém, o olhar dela parecia ameaçador.
__Pois bem - ice falava ele enquanto trancava o portão novamente - o Ilusion esta lá fora  evitando que as pessoas que cheguem perto ouçam algo certo? - perguntou inferno parecendo preocupado, 
__Sim ele esta, não se preocupe ninguém vai conseguir ouvi o choro e os gritos de dor do viado, falou ela olhando para mim e rindo da minha cara, nossa aquela mulher consegue realmente ser muito irritante como queria que ela calasse a boca, então lhe mostrei um olhar de ódio, lembrado, do que ela tinha falado malz da tina, eu não posso perdoá-la. 
__Muito bem ice, o seu terceiro passo no treinamento será vencer a Raven em um combate, sabe esse é o passo mais difícil, pois alem de você estar enfrentando alguém que não pode ser congelado, se você não estive pronto a matá-la, você não ganhara essa luta, sabe vou te dizer, dos 8 de nos, 5 pertencem a organização, mas os outros 3 não, então pode ser que seja necessário um combate, por isso enfrentar a Raven será um grande passo para saber se você é realmente forte o suficiente para entra na organização - falou ele afastando-se do centro do ginásio e indo para as cadeiras da torcida, e lá estava eu e a Raven 
__Não se preocupe viadinho, irei acaba com você rapidamente, talvez depois de lhe da uma surra você aprenda a ser homem de verdade - falou ela arrogantemente, e cuspiu no chão
Aquela garota, ela já estava me enchendo o saco, sua palavras não estavam me atingindo, não iria cair no jogo dela de me fazer perde o foco afinal, o que ela poderia fazer contra mim, nada. Então rapidamente ela correu em minha direção erguendo o braço direito como se me fosse golpe direto na cara, fiquei espantando com sua velocidade, não chegava a ser desumano, mas realmente era muito rápida, mas continuava eu com meu olhar e expressão de desprezo.
Quando ela ia me dar um soco na cara, eu criei rapidamente uma parede de gelo na minha frente, ela acabou dando o soco na parede, ela tinha cerca de dois metros de altura pra um de comprimento, eu continuei olhando fixo pros olhos dela.
__Hahaha - riu ela de maneira escandalosa com o punho direito ainda na parede - acha mesmo que essa merda vai me para seu viado? Ahhhhhhhhhh!!! - gritou ela bem alto
Os músculos no seu braço se tornaram mais rígidos, eu sentia que sua energia era transferida para as luvas, e depois irradiada para minha parede de gelo, isso instantaneamente bloqueou meu controle sobre a parede, o que impedia que eu a deixasse mais resistente, quando percebi que minha parede de gelo ia se destruída dei um pulo pra traz, depois a minha parede de gelo ficou em vários pedaços pelo chão, e eu olhei fixo para a Raven, ela estava com aquele sorriso sínico que não lhe saia do seu rosto.
__Que foi? Já mijou nas calças? Mas é um viadinho mesmo – cara, eu estava realmente irritado com ela. 
__Sabe ice, não lhe falei tudo sobre os poderes da Raven ela não é só capaz de controla a mente e o corpo de outra pessoa, ela também é capaz de controla seu próprio corpo, mas usando suas ondas psíquicas e não os comandos naturais do cérebro, isso a faz poder utilizar cerca de 60% de sua capacidade muscular muito maior do quer qualquer humano, e como você deve ter percebido, as luvas tem placas de metal, essa placas de metal  servem como receptores e pontecializadores de sua energia, quando ela repassa sua energia para o punho, esses receptores recebem essas energias as intensifica, causando grande interferência a outros tipos de energia como a sua no caso - falou ele, acho que achando graça de mim.
Que legalz ele só vem me fala nisso agora, bem  pelo menos sei com que to lidando agora, quer dizer que se ela conseguir da um soco eu estou perdido afinal ela deve ter a força de um gorila, e também minhas defesas são inúteis, já que ela foi capaz de destruir uma parede de gelo forte o suficiente para agüenta uma bala, estava numa situação difícil, mas não poderia deixa barato, tinha que ganha  aquela luta por mim e pela Tina, não iria perde com certeza não.