Então resolvi ir para casa de Paulo, ele não morava tão longe assim de mim, uns 30 minutos, eu já sabia onde ficava a casa dele, ele nos convidou para uma festa de aniversário na casa dele em janeira desse ano ainda, o que ia fazer não me importava, mas ainda estava me sentindo estranho pelo que tinha acontecido lá em casa, mas é estranho eu ainda estava tomado pelo o ódio, mas enquanto caminhava estava percebendo o quanto minha área estava grande, chegava a mais de 80 metros sem me esforça mas em compensação não conseguia sentir nada, só a raiva que tinha dos meus pais, não me preocupava por ter feito eles chorar ou por ter quebrado a TV que tanto deu trabalho para conseguir, só pensava que eles mereciam isso, não sei ainda tinha uma parte boa dentro de mim, mas não conseguia ouvir essa parte, bem cheguei na casa de Paulo depois de um tempo de caminhada, ainda me sentia diferente do meu verdadeiro eu, ainda estava tomado pelo ódio, bati a porta umas 3 vezes, a casa do Paulo não é uma casa muito grande bem menor que a minha, feita de um material comum, era simples acho que o aluguel não devia chegar à 300 reais, bem ele abriu a porta o Paulo, estava vestindo apenas um short estilo surfista, a sua cueca branca aparecendo sobre o short, em seu corpo magro, ele abriu apenas metade da porta.
__Tom o que esta fazendo aqui? - Perguntou ele discretamente.
__Eu aceito. - Falei friamente.
__Aceitou? - Perguntou ele confuso e com voz baixa.
__ Sim eu aceito matar o cara que você deve dinheiro. - Falei calmo, não sentia mas nada por isso não fazia diferença mas nada.
__ Serio mesmo? - Perguntou ele com um sorriso no rosto.
__ Sim, mas em troca quero que você me deixe morar aqui com você por um tempo.
__ Serio? Mas por que você quer mora comigo?
__ Apenas quero, você aceita ou não? - Ele ficou com uma cara meio que pensando no que estava acontecendo.
__ Certo eu aceito entre. - Ele abriu a porta completamente para que eu pudesse entrar, então eu o fiz, quando estava dentro da casa dele, parecia uma casa simples sem muitas coisas, uma TV de 21, uns quadros, nada de mais, realmente muito simples.
__ Bem onde esta sua família?
__Minha mãe esta na casa de uma tia minha, só volta à noite, meu pai só Deus sabe, provalmente em alguma farra, hoje é folga dele minha mana esta estudando só chega a tarde - deu uma pausa e olhou para mim.
__Não se preocupe ninguém da minha família vai se importar de você mora aqui algum tempo.
__Ok então você me diz quem é a pessoa nesse final de semana e eu a mato - falava isso sem olha para ele olhando para os quadros que nem era grande coisa.
__ Tudo bem então vem ver, você vai ficar aqui no meu quarto - falou ele e foi para o quarto eu o segui, chegando no quarto vi aquela cena nada legal, no quarto tinha vários pôsteres de mulheres peladas, parecia o lugar onde meu pai trabalha, realmente me senti desconfortável ao ver aquela cena.
__Tudo bem, espero que você não se importe em dormir em um colchão - perguntou ele com a mão direita na cabeça.
__ Não por mim tudo bem - falei sem dar muita importância à situação, afinal já não tenho muito que perde, pensei.
__ Bem que tal irmos direto ao que interessa - falou Paulo enquanto foi em minha direção e me abraçou por traz senti sua excitação, ele começou a beijar meu pescoço, enquanto esfregava seu corpo ao meu
Fiquei excitado na hora aquela sensação realmente é muito boa, e enquanto ficava totalmente desnorteado pela aquela sensação, ele colocou a mão sobre meu short me deixou realmente excitado, ele então pois sua mão dentro de minha calça e alisou meu pênis por dentro da cueca, ele sabia realmente o que estava fazendo então me virei rapidamente, e olhei para ele, ele estava de olhos fechados, imaginei, por que isso? Ele abriu os olhos e foi em direção ao meu rosto e me beijou, lentamente e colocando sua língua dentro da minha boca, esse era meu primeiro beijo com um cara. Com o cara que eu sempre quis, mas mesmo me sentindo excitado mesmo aquilo sendo aparentemente perfeito não conseguia me sentir bem, naquilo, não sentia que aquilo era algo verdadeiro então parei de beijá-lo.
__ Por que você esta fazendo isso? - Perguntei tomando um pouco de ar.
__ Já disse eu gosto de você.
__ É eu ouvi isso hoje - falei com ele fazendo pouco.
__ Mas não acha esquisito termos nos encontrado desse jeito - nesse momento ele ficou um pouco nervoso.
__ Esquisito do que você está falando? - Nesse momento percebi que a temperatura do seu corpo mudou isso demonstra nervosismos - agora tenho certeza que algo estranho esta acontecendo, então é isso você faz parte da organização - falei de maneira calma
__Organização, o que é isso? - Falou ele de maneira curiosa.
__ Tudo bem já que você não vai dizer tudo bem, mas saiba que eu não vou ficar com você, agora me pergunto o que faz um cara hetero ficar com um cara.
__ Eu não sou hetero sou bi, se quer saber você não é o primeiro cara que eu beijo - falou ele irritado
__Sei... Isso não importa - quando o telefone dele tocou, um toque de funk carioca, ele viu na tela do seu celular quem era ele ficou nervoso e desligou.
__ Me dê o celular agora, falei de maneira ameaçadora - não você não tem direito o celular é meu, eu rapidamente o interrompi, se não quer que eu congele seu coração é melhor me dar esse celular, falei isso enquanto abaixava a temperatura, com o ar gelado saindo de sua boca, ele me deu o celular que eu vi na tela do celular, o nome Raven junto com o numero do celular, nesse momento o que era uma duvida agora tenho certeza, o Paulo realmente faz parte da organização eu irei descobri o que esta acontecendo aqui.
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