sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Capitulo 17: Uma visita inesperada - Parte 2

Estávamos no caminho para ir pra escola quando eu pensando em tudo aquilo falei seriamente.
__ Sabe Paulo eu tentarei dar um fim em tudo isso quando chega na escola sei quem está por traz de tudo isso.
__ Sei... mas o que pretende fazer Tom? - Questionou Paulo preocupado.
__Ainda não sei direito, primeiro tentarei conversar, mas se isso não funcionar então terei que enfrentá-los com a força, acredito que eu consiga vencê-los, mas você deve sempre ficar perto de mim para que eu possa protegê-lo deles entendeu?
 Falei olhando para ele. Ele fez uma expressão de deboche e disse sim senhor colocando sua mão direita eu achei aquilo engraçado, mas não demonstrei
__Eu estou falando serio Paulo - Dai aquela cara de deboche rapidamente virou uma cara triste e pensativa.
__Eu realmente sei disso Tom, sabe eu confio em você, quando aquela Raven me pós na parede eu realmente pensei que ia morrer, sabe... Eu estou pronto para morrer par...
Antes que ele terminasse a frase eu falei violento mas não gritando.
__Cala a boca ninguém vai morrer eu não irei deixa - Ele se assustou da maneira como eu tinha dito aquilo.
__Nossa cara você é com certeza um herói.
E riu de maneira discreta. Herói? Eu não me sentia um, eu realmente estava assustado não do Inferno, Ilusion, Raven ou da organização, mas de mim mesmo, o que eu precisaria me tornar para consegui poder suficiente para derrotá-los, mas não posso deixar as coisas assim, não posso deixá-los manipular minha vida, as pessoas que eu gosto tanto, todo mundo eles ameaçaram meus amigos, usaram minha melhor amiga, estão me tornando um monstro, não eu realmente tenho que fazer algo a respeito sobre isso com certeza as coisas não poderia ficar daquele jeito.
 Chegamos na entrada da escola as 6:34 como de costume a Tina estava me esperando do lado de fora. Quando me viu já foi em minha direção e ficou com uma cara de surpresa quando me viu junto com o Paulo.
__ O que você está fazendo aqui idiota - Falou para Paulo com uma cara de raiva e colocando a mão direita na cintura
__Calma nos fizemos as pazes, Paulo - falei seriamente colocando minhas mãos em seus ombros
__É Tina temos coisas mais importantes para resolve do que nossas diferenças - falou o Paulo de modo preocupado.
Ela percebeu esse clima tenso no ar e perguntou o que houver? Eu olhei diretamente para os olhos dela e disse.
__Tina, precisamos conversar, mas não aqui vamos ao ginásio agora.
Ela disse preocupada;
__Rapazes vocês estão me assustando - Então eu peguei sua mão e levei ela até o ginásio e o Paulo nos acompanhou
Chegamos lá rapidamente, e falei:
__Tina tenho algo a te falar, algo realmente muito serio - Dei uma pausa dramática e disse, - eu tenho poderes.
__Ela quando ouviu isso em instantes ficou de uma cara seria e uma cara de riso,
__Haha, ok você realmente me assustou pensei que fosse algo.
Antes que ela terminasse de falar eu congelei meu braço direito e nos dedos fiz algo como garras de gelo, em pouco tempo ela olhou assustada para aquilo mal conseguia falar só ficava gaguejando alguma coisa como é verdade, mas não entendia direito desfiz as garras, e expliquei para ela e para o Paulo tudo que havia acontecido desde o começo da semana. O assalto. Falei sobre o dia seguinte ninguém saber mais dele e da Tina ter perdido totalmente a memória. Falei do Inferno, ou professor Dante, da organização do Ilusion que eles tinha usado tanto o Paulo tanto a Tina, falei da carta, e que fui expulso de casa. Enfim somente não falei da Peace, que achei desnecessário contar, Tina balançava a cabeça como se não acreditasse no que tinha ouvindo.
__ Isso é demais tudo isso é tão... - parou ficou calada imóvel por uns 3 segundos com a cabeça baixa, ficamos preocupado com ela, então ela levantou o braço direito ate a altura do queixo e também levantou a cabeça e disse - legal isso é tão legal. Igual aos animes, eu não acredito que tenho um amigo com poderes e melhor ainda gay.
Ela me abraçou fortemente tanto eu quanto o Paulo ficamos surpreso
__Te amo TomTom - Falou ela docemente, e rapidamente me soltou e falou de novo com a mão na altura do queixo - vamos lá chutar o traseiro do professor Dante ou Inferno tanto faz. Mas queria mesmo arranca aquela peruca da maldita Raven pelo que fez comigo, mas já que você Tom já deu uma surra nela então vamos descontar nessa tal organização
O Paulo então colocou a duas mãos sobre os ombro e falou meio que relaxado.
__ Estamos com você para o que você precisar Tom.
Eu olhei para aquelas duas pessoas realmente aquelas pessoas são as que eu daria minha vida para proteger, verdadeiros amigos afinal, queria falar que seria melhor deixa eu fazer isso sozinho mas na verdade quanto mais perto de mim eles tiverem melhor pois poderei protege eles dos poderes dos outros principalmente do Inferno. Então fomos direto para escola eram 07h13min quando entramos senti a energia do inferno e do Ilusion na sala do diretor então fomos para lá eles estava sozinhos inferno, sentado na mesa do diretor e Ilusion encostando as costas na parede a esquerda de Inferno, e tínhamos entrado eu Tina e Paulo na sala, olhei para Inferno de maneira ameaçadora e ele estava com um leve sorriso em seu rosto como se tivesse debochando daquela cena. Eu então cheguei perto da mesa estava concentrando a energia principalmente em Paulo e Tina para que eles não pudessem serem atingidos pelos poderes dos dois.
__O queres aqui caro Ice? - Perguntou o Inferno com aquele maldito sorriso estampado em sua boca.
__ Estou aqui para termina o que você esta fazendo - Quando de repente eu olhei para traz meu coração palpitou rapidamente
__Hum... você esta sentindo não e Ice? Ele já esta vindo. - Falou Inferno alegremente.
Aquela sensação, nunca senti nada daquele tipo, a intensidade daquela energia não tinha limites, era algo realmente assustador. Um pingo de suor caiu do meu rosto naquela hora
__Ele esta vindo, Soul esta vindo. - Falou Dante.
Então o mais forte entre nos estava se aproximando do colégio, aquela situação realmente estava preste a se torna ainda mais perigosa, mas não poderia fugir teria que enfrentar e espero mesmo que eu consiga pelo bem das pessoas que eu amo.

Capitulo 17: Uma visita inesperada - Parte 1


Acordei era muito cedo creio que era umas 5 horas sentei e olhei para o relógio na parede do quarto do Paulo eram 5:21 estava feliz e mais calmo, não acreditava agora no que tinha feito ontem, foi realmente um dia cansativo.
O treinamento com o inferno, a batalha com a Raven, encontrar a Peace, e agora depois de tudo descobrir que a organização manipulava o Paulo para que me enganasse, na verdade Paulo era bem mais legal do que realmente eu imaginava lá estava ele do meu lado, deitado comigo na mesma cama eu realmente nunca dormi com outro cara antes, sabe eu ainda me lembrava de como tinha me sentindo quando ele me beijou e me pegou, realmente era uma ótima sensação, mas é isso não existe nada mais forte do que isso, alem de um amizade, ele já disse que eu não sou seu tipo não posso lutar contra isso, também não ficarei contra a vontade dele afinal eu realmente não preciso disso não mais, eu tinha ganhado um ótimo amigo, mas isso não muda o fato dele esta me usando esses dias, por que? Por que a organização estava controlando o Paulo para me atingir?
A única razão em minha cabeça era que eles queriam que eu realmente ficasse com raiva, isso tem a ver com o quanto estranho eu fico quando to com raiva e o quanto forte eu fico também, eles realmente me querem ver forte, mas quando fico em aquele estado de ódio, não consigo pensa direito, ainda não acredito no que eu falei pros meus pais ontem, e mais quebrei a televisão que tanto trabalho eles tiveram para comprar, realmente não devia fazer isso, enquanto pensava sobre isso senti um movimento na cama não era grande era uma de solteiro eu e o Paulo estávamos dormindo do mesmo lado da cama. Ele tinha acordado e lentamente se despreguiçou esticando os braços e as pernas.
__Bom dia Tom.
__Bom dia - respondi com um tímido sorriso no rosto.
__ Um ainda são 05h30min por que está acordado? Só precisamos acorda as seis.
__Tudo bem não estou mais com sono - fiquei parado durante um tempo, sentado e ele logo também se sentou e ficou olhando para mim e para os lados, foi quando eu perguntei bruscamente.
__Paulo você já amou alguém? - Ele olhou para mim meio surpreso ainda estava meio sonolento, quando respondeu.
__Não Tom nunca amei ninguém, e você? - Perguntou ele sem dar muita importância.
__ Hum... dei uma pausa de uns 2 segundos. - não tenho certeza mais acho que sim,
__ E quem foi? Alguém do time?
__ Isso não importa não mais, talvez os sentimentos que achei que tivesse não fossem o que eu realmente tivesse. - Falei de maneira filosófica.
__Ta... bom - falou e depois coçou a cabeça e deu um longo bocejou.
 __O que fazer agora? - Perguntou Paulo.
__ Não sei espera o tempo passar daqui a pouco tomamos banho e vamos pra escola.
__ Ta certo me fala Tom como é ter poderes? - Falou olhando fixamente pros meus olhos?
__ Não sei te explicar Paulo, tipo... eu emito uma energia do meu cerebro, com essa energia eu consigo senti tudo a minha volta, bem e com essa energia eu posso abaixa a temperatura e congela a água presente no ar, e depois controla esse gelo da forma que eu desejar usando minha energia, é isso, entendeu?
__ Na verdade não muito, mas em outra palavra tudo pode transformar qualquer coisa em picolé? - Perguntou ele fazendo uma cara meio engraçada.
__ É mais ou menos isso.
__ Deve ser estranho, não sei, mas é legal. Ótimo para os dias quentes hehe. - Deu uma risada e depois completou. - Meu melhor amigo é um refrigerador - então nós dois rimos um pouco.
__Bem então vamos? - Perguntou ele levantando a sobrancelha esquerda, num sinal que me deixou intrigado.
__ Vamos o que? - Perguntei com um pouco de receio da resposta.
__Ora o que? vamos tomar banho já que você já acordou mesmo podemos tomar um banho mais demorado.
__Tudo bem pode ir então eu tomo banho depois de você - Falei isso e voltei a me deita na cama só que agora do lado oposto da cabeça de Tom, ele então rapidamente deu um pulo da cama e disse:
__Como assim eu vou primeiro - então me puxou pela cintura e começou a tenta me despir, - você vai tomar banho comigo oras, que graça teria tomar banho sozinho.
Falou ele rindo e tirando meu short e minha cueca. Eu tentei segura minhas roupas mas era inútil vendo a situação, então lá estava eu nu e havia caído no chão.
__ Muito bem agora levante-se e vamos tomar banho.
Ele falou enquanto abaixava o short e sua cueca também ficando pelado, eu me levantei e fiz o que ele tinha mandando fiquei excitado em ver a cena do cara que eu sempre desejei pelado ali na minha frente estávamos juntos no banheiro não muito grande que ficava no seu quarto não chegava a ter 5 metros quadrados, o Box ainda era a maior parte do banheiro. Nos entramos nos box primeiro ele e depois timidamente eu.
__ Uhmm, hehe você me acha gostoso pelo que eu vejo - sorriu e olhou diretamente para baixo de minha cintura.
__Até que não é tão mal - Falou ele balançado a cabeça num sinal de julgamento, eu fiquei envergonhado na hora
__Não que eu não tivesse visto outras vezes no chuveiro da escola, mas duro realmente é a primeira vez hehe - Riu um pouco começou a se banha e eu fazia o mesmo estávamos próximos mas respeitando um certo limite de espaço
__Como consegue se controla no vestiário, pra não ficar você sabe "ligado"?
__ Fácil penso no que aconteceria se eu ficasse "ligado". E você?
Ele riu e respondeu eu penso na minha mãe pelada, hehe. Broxo no mesmo instante, e demos um risada, bem depois de terminamos o banho, colocamos a farda da escola tomamos café com bolo e bolacha, que a mãe dele tinha preparado tão bem, conversou um pouco assunto banais com a mãe de Paulo, como dormimos, como vai as aulas, enfim nada de mais. Depois do café saímos e fomos para aula, mas um dia de aula o último da semana naquela sexta feira realmente iria tirar satisfações com a organização mesmo correndo algum risco para isso.   

domingo, 1 de maio de 2011

Capitulo 16: Marionete - Parte 2

Então aquela é toda a verdade. Bem tudo fazia sentindo sobre aquilo parece ser mesmo o jeito da organização agir, eles querem controla tudo e todos, aquela maldita Raven deve ter obrigado a Tina a escrever aquela carta provavelmente ela nem sabe o que escreveu, tinha que dar um basta naquela situação tinha que enfrentar de vez a organização nem que para isso tenha que derrota inferno, Ilusion e a Raven.
__Então o que vai acontecer comigo Tom? - Perguntou Paulo preocupado com sua segurança
__Não se preocupe desligue esse celular por hora ficarei aqui com você, até amanhã quando formos para o colégio, então amanhã resolverei tudo isso não se preocupe não deixarei que nada aconteça com você, só é preciso que fique perto de mim - falei de maneira segura e confiante.
__Tudo bem então eu acredito em você Tom, falou ele mais calmo, e desculpa Tom pelo o que eu disse você sabe eu não tinha escolha, falou ele envergonhado
__Tudo bem não se preocupe mais com isso - falei com um pequeno sorriso no rosto, que quebrou totalmente aquele clima tenso que estava entre agente antes.
__Então... Me fala uma coisa você gosta mesmo de mim? - Perguntou Paulo agora sentado em posição de lótus, e rindo parecia com o cara que eu conhecia antes de tudo isso começar fiquei feliz, dei uma risada leve, coloquei a mão direita na cabeça e comecei a coçar
__Bem... não quer dizer gostar, gostar... tipo... dai ele interrompeu e falou
__Você gosta de mim - e começou a rir mais alto.
__Ei pare com isso! Não é engraçado, falei tentando reprimi-lo, mas não com raiva, estava feliz de ver o velho Paulo de volta.
__Não, desculpa, é que tipo eu não entendo, olha para mim eu sou só pele e osso, sinceramente não sinto tesão por mim mesmo - hehe colocou a mão na cabeça imitando a mesma expressão que eu tinha usado. - cara... - se deitou novamente - por que você ficou daquele jeito quando eu falei que não era pra você tocar em mim? Você realmente se importa com o que as pessoas pensam de você não é? - Perguntou ele olhando para o teto.
Eu sentei no chão em posição fetal com as costas para a parede, e falei:
__É realmente, tanto, que ninguém sabe de mim além de você e agora meus pais - Falei triste
__Ah então por isso você ta aqui, seus pais não aceitaram você não foi?
__Sim eles n aceitaram.
__Sabe as pessoas são muito idiotas sobre isso, eu mesmo curto caras, realmente eu não conto para as pessoas pelo mesmo motivo que você, medo por jogar futebol também, o pessoal do time iria nos tratar diferente com certeza. Sabe meus pais sabem de mim, me viram com uma revista bem... você sabe que revista, sabe o que eles falaram quando viram? Eles olharam pra mim com um ar de mistério, filho você podia ter escolhido uma revista melhor o cacete desses caras são muito pequenos foi o que minha mãe falou, quando ela falou isso começamos a rir muito, ele continuou, na hora da janta tava toda a família a mesa, e minha mãe falou pro meu pai, “Aluisio”, meu pai estava comendo feito um animal, “fala amor”, falou ele de boca cheia, “o Paulo é gay”, no momento fiquei tenso minha mana fingiu que nem ouviu, meu coração disparou  por alguns segundos, “que bom querida, Paulo se trazer algum garoto para cá não esqueça de usarem camisinha, isso é sempre importante”, falou isso e continuou a comer, nossa aquele momento foi muito tenso, faz uns 5 meses isso, depois disso minha família ver normal o que eu sou, minha mãe pergunta direto se eu tenho namorado, eu falo que não. Meu pai pergunta de vez em outra se tenho algum rolo, agente conversa abertamente sobre o assunto é legal, eu sempre falei para eles que sou bi, que também gosto de mulheres, mas ele nem acreditam em mim, hehe, acham que sou gay mesmo, bem talvez eles tenham razão não sei, também não me importo com isso
__Tenho inveja disso em você - falei para ele triste - meu pai disse coisas horríveis para mim, bem eu também respondi de maneira desagradável.
__É eu entendo, sabe Tom, sabe eu posso ser seu amigo, bem..., se você quiser claro, podemos fala sobre qualquer coisa.
Ouvir aquelas palavras realmente me deixaram animado, sabe eu estava vendo o Paulo diferente de antes, agora não o estava vendo como o cara hetero que eu sempre desejei, mas sim como o grande amigo que sempre quis ter, um amigo que me entendesse no final de tudo, o dia passou rapidamente, nos conversamos sobre tudo, amigos, família, sexo, principalmente sexo, ele falou até que eu beijava melhor que o Thiago, hehe, fiquei feliz em ouvi isso, aquela raiva que eu estava sentindo se foi, mas também percebi que a área da minha áurea natural tinha diminuído de novo, por ter ficado mais relaxado talvez, a família do Paulo era realmente muito legal, a mãe dele quando me viu perguntou se eu era o namorado dele, nossa foi tenso aquilo, o Paulo mandou a mãe dele para de brincar, o pai de Paulo só deu uma pequena indireta quando Paulo falou que eu iria fica lá por alguns tempo, tipo falou se cuidem garotos, meio que pareceu um pouco mais do que isso que ele quis falar, lá estava eu e Paulo dormimos na mesma cama, ficamos brincando feito dois pirralhos, chutando um ao outro, soltando gases, pegando nas partes intimas de brincadeira, realmente nunca estive tão feliz antes, finalmente encontrei um grande amigo que eu tanto queria em meio de todo aquele tormento, finalmente encontrei um pouco de paz, quando estávamos cansando nos despedimos com um boa noite e nos abraçamos, dormimos abraçados, não sei acho que não ouve libido de nenhuma das partes, mas aquela sensação de conforto realmente foi muito agradável, mas isso era apenas um pequeno descanso afinal amanhã iria enfrenta de frente a organização e eu teria que esta preparado para o pior uma batalha. 

Capitulo 16: - Marionete - Parte 1

Eu olhava fixo para os olhos de Paulo, com uma face ameaçadora, ele estava suando sua respiração estava mais pesada, além disso, ele parecia que realmente tinha medo de algo.
__Paulo o que significa isso? Me responda - perguntei calmamente, e Paulo só continuava com sua expressão de medo.
__Eu não posso te falar ela vai me matar - falou Paulo realmente assustado.
__Não é bem com a Raven que você devia se preocupar Paulo - falei com um tom aterrorizante, enquanto levantei meu braço esquerdo até a altura do meu ombro e criei 8 estacas de gelo de aproximadamente 10 centímetros do meu lado esquerdo.
Na hora que ele viu isso ele correu para a porta do quarto, então rapidamente eu congelei a porta, ele não tinha saída ainda tentou inutilmente abri a porta, mesmo com a dor do grande frio que fazia não era possível abri-la já que congelei totalmente a maçaneta da porta, ele apenas se machucou por causa do grande frio de suas mãos, que ele as pegou e as juntou assoprando com a boca para esquentá-las me falou gaguejando por causa do frio,
__Ta... ta cer... certo - então acabei com aquele clima que estava no ambiente, desfiz as estacas e regulei de novo a temperatura descongelando a porta.
__Então pode começar - falei enquanto me sentava em uma cadeira perto de uma mesinha de estudo, a cadeira pus virada para a cama, e apontei com a mão direita para que ele se sentasse na cama, então ele se deitou.
__Bem então vou falar do inicio, mas saiba que a Raven vai me matar - Falou ele com esperança que eu não quisesse mais saber sobre o assunto.
__Não se preocupe, da Raven eu cuido ela não vai lhe fazer nenhum mal eu lhe asseguro - Falei calmamente para que ele pudesse me conta tudo.
__Ok falou e deu uma pequena pausa para pegar ar, bem pra começar a verdade é que sou bissexual, curto tanto caras, quanto minas, mas se quer saber não sinto nada por você, você não é meu tipo, prefiro caras mais fortes - falou ele e olhou para mim rindo, eu sem dar muita importância ao que ele disse falei para continuar.
__Bem, sabe no dia que convidei você pra estudar no caminho de casa, sabem aquela menina nova da escola a Raven, apareceu do nada e segurou meu pescoço com força com a mão esquerda quase me estrangulando, me jogando contra uma parede, eu tentava pedi socorro, mas não importa as pessoas passavam bem perto e nem ao mesmo olhava para mim, era como se eu não existisse - com certeza obra do Ilusion pensei.
__Então ela ficou mais ou menos 1 minuto me segurando daquele jeito totalmente calada, me senti meio estranho na hora, senti algo dentro de mim, uma sensação diferente não sei explicar, como se alguém tivesse dentro de mim talvez, não sei, bem mais depois disso ela me falou - escute bem seu lixinho gilete, você vai me obedecer a parti de hoje se não vou te matar, então ela apertou com mais força e continuou, hoje você vai na casa do Tom estudar como vocês marcaram, depois você vai perguntar se ele é viado, entendeu? Dai bateu minha cabeça com a parede, senti que aquilo tinha causado um sangramento realmente estava doendo, falei sufocado - entendi.
Ótimo, e depois que ele falar que é você vai fazê-lo senti-se humilhado entendeu, eu fiz sinal com a cabeça de afirmação, agora pegue meu celular ligarei para você e lhe darei, mas ordem saiba que sei onde você mora, pra prova tem até um presentinho no seu quarto, não conte isso pra ninguém se não; então ela deu um soco na parede com a mão direita que a quebrou totalmente, bem quando cheguei aqui no meu quarto estava cheio desses pôsteres, bem eu tive medo de tira-los, não sei eu realmente to assustado com essa Raven, ela como você não é humana, bem não pensei em mas nada a não ser fazer o que ela tinha mandando e como você sabe eu fiz, me senti muito mal depois, sabe Tom eu não tenho nenhum preconceito ou algo do tipo, seria hipocrisia, afinal eu também curto caras, sabe já sai com o Thiago do time foi legal - bem realmente o Thiago é forte até pensamos que ele toma anabolizantes na academia pensei enquanto continuava a ouvir a história dele.
__Bem mais continuando, quando cheguei, em casa à Raven ligou, falou que amanhã tinha outra missão eu tinha que ser ainda mais cruel, ela mandou eu falar aquelas coisas que eu falei pra você dos poderes também, tudo sobre o cara que você devia matar por mim, que por acaso não existe, sobre o sexo, tudo eu não tinha escolha a não ser fazer, eu sei que eles nos observam a cada instante cara, acho que foi como você disse essa tal organização que planeja tudo isso, não sei bem mas até ai tudo bem, mas a questão foi hoje, de manhã eles ligaram umas 7 da manhã já estava no caminho para a aula quando um cara me ligou, achei estranho não foi a Raven que ligou mandou eu entregar um bilhete na porta de minha casa, mais estranho o bilhete estava sobre a minha mesa de estudo, e completou dizendo que eu devia fazer de tudo para voltar ser seu amigo se não ele matava minha família, não tive escolha sou apenas um fantoche deles, logo depois de chegar lá ligaram de novo e mandaram eu espera até que você saísse da escola para encontramos na rua, então foi assim que nos encontramos do nada cara, e essa é toda a verdade - falou ele como se tivesse tirado um grande peso dos ombros e tudo aquilo me causava muita raiva eles estavam me manipulando como uma peça de xadrez, o que podia fazer não sei mas teria que acabar com isso de uma vez por todas.

Capitulo 15: Corações partidos - Parte 2

Então resolvi ir para casa de Paulo, ele não morava tão longe assim de mim, uns 30 minutos, eu já sabia onde ficava a casa dele, ele nos convidou para uma festa de aniversário na casa dele em janeira desse ano ainda, o que ia fazer não me importava, mas ainda estava me sentindo estranho pelo que tinha acontecido lá em casa, mas é estranho eu ainda estava tomado pelo o ódio, mas enquanto caminhava estava percebendo o quanto minha área estava grande, chegava a mais de 80 metros sem me esforça mas em compensação não conseguia sentir nada, só a raiva que tinha dos meus pais, não me preocupava por ter feito eles chorar ou por ter quebrado a TV que tanto deu trabalho para conseguir, só pensava que eles mereciam isso, não sei ainda tinha uma parte boa dentro de mim, mas não conseguia ouvir essa parte, bem cheguei na casa de Paulo depois de um tempo de caminhada, ainda me sentia diferente do meu verdadeiro eu, ainda estava tomado pelo ódio, bati a porta umas 3 vezes, a casa do Paulo não é uma casa muito grande bem menor que a minha, feita de um material comum, era simples acho que o aluguel não devia chegar à 300 reais, bem ele abriu a porta o Paulo, estava vestindo apenas um short estilo surfista, a sua cueca branca aparecendo sobre o short, em seu corpo magro, ele abriu apenas metade da porta.
__Tom o que esta fazendo aqui? - Perguntou ele discretamente.
__Eu aceito. - Falei friamente.
__Aceitou? - Perguntou ele confuso e com voz baixa.
__ Sim eu aceito matar o cara que você deve dinheiro. - Falei calmo, não sentia mas nada por isso não fazia diferença mas nada.
__ Serio mesmo? - Perguntou ele com um sorriso no rosto.
__ Sim, mas em troca quero que você me deixe morar aqui com você por um tempo.
__ Serio? Mas por que você quer mora comigo?
__ Apenas quero, você aceita ou não? - Ele ficou com uma cara meio que pensando no que estava acontecendo.
__ Certo eu aceito entre. - Ele abriu a porta completamente para que eu pudesse entrar, então eu o fiz, quando estava dentro da casa dele, parecia uma casa simples sem muitas coisas, uma TV de 21, uns quadros, nada de mais, realmente muito simples.
__ Bem onde esta sua família?
__Minha mãe esta na casa de uma tia minha, só volta à noite, meu pai só Deus sabe, provalmente em alguma farra, hoje é folga dele minha mana esta estudando só chega a tarde - deu uma pausa e olhou para mim.
__Não se preocupe ninguém da minha família vai se importar de você mora aqui algum tempo.
__Ok então você me diz quem é a pessoa nesse final de semana e eu a mato - falava isso sem olha para ele olhando para os quadros que nem era grande coisa.
__ Tudo bem então vem ver, você vai ficar aqui no meu quarto - falou ele e foi para o quarto eu o segui, chegando no quarto  vi aquela cena nada legal, no quarto tinha vários pôsteres de mulheres peladas, parecia o lugar onde meu pai trabalha, realmente me senti desconfortável ao ver aquela cena.
__Tudo bem, espero que você não se importe em dormir em um colchão - perguntou ele com a mão direita na cabeça.
__ Não por mim tudo bem - falei sem dar muita importância à situação, afinal já não tenho muito que perde, pensei.
__ Bem que tal irmos direto ao que interessa - falou Paulo enquanto foi em minha direção e me abraçou por traz senti sua excitação, ele começou a beijar meu pescoço, enquanto esfregava seu corpo ao meu
Fiquei excitado na hora aquela sensação realmente é muito boa, e enquanto ficava totalmente desnorteado pela aquela sensação, ele colocou a mão sobre meu short me deixou realmente excitado, ele então pois sua mão dentro de minha calça e alisou meu pênis por dentro da cueca, ele sabia realmente o que estava fazendo então me virei rapidamente, e olhei para ele, ele estava de olhos fechados, imaginei, por que isso? Ele abriu os olhos e foi em direção ao meu rosto e me beijou, lentamente e colocando sua língua dentro da minha boca, esse era meu primeiro beijo com um cara. Com o cara que eu sempre quis, mas mesmo me sentindo excitado mesmo aquilo sendo aparentemente perfeito não conseguia me sentir bem, naquilo, não sentia que aquilo era algo verdadeiro então parei de beijá-lo.
__ Por que você esta fazendo isso? - Perguntei tomando um pouco de ar.
__ Já disse eu gosto de você.
__ É eu ouvi isso hoje - falei com ele fazendo pouco.
__ Mas não acha esquisito termos nos encontrado desse jeito - nesse momento ele ficou um pouco nervoso.
__ Esquisito do que você está falando? - Nesse momento percebi que a temperatura do seu corpo mudou isso demonstra nervosismos - agora tenho certeza que algo estranho esta acontecendo, então é isso você faz parte da organização - falei de maneira calma
__Organização, o que é isso? - Falou ele de maneira curiosa.
__ Tudo bem já que você não vai dizer tudo bem, mas saiba que eu não vou ficar com você, agora me pergunto o que faz um cara hetero ficar com um cara.
__ Eu não sou hetero sou bi, se quer saber você não é o primeiro cara que eu beijo - falou ele irritado
__Sei... Isso não importa - quando o telefone dele tocou, um toque de funk carioca, ele viu na tela do seu celular quem era ele ficou nervoso e desligou.
__ Me dê o celular agora, falei de maneira ameaçadora - não você não tem direito o celular é meu, eu rapidamente o interrompi, se não quer que eu congele seu coração é melhor me dar esse celular, falei isso enquanto abaixava a temperatura, com o ar gelado saindo de sua boca, ele me deu o celular que eu vi na tela do celular, o nome Raven junto com o numero do celular, nesse momento o que era uma duvida agora tenho certeza, o Paulo realmente faz parte da organização eu irei descobri o que esta acontecendo aqui.    

Capitulo 15: Corações partidos - Parte 1

La estava eu naquela situação, numa situação que sempre tive medo de enfrenta, por isso estava acontecendo agora, quem tinha feito isso e por quê? Com certeza essa carta não foi escrita pela Tina, mesmo que a letra seja a dela, ela nunca faria isso, talvez mandasse uma mensagem pro meu celular, mas não uma carta para minha casa, e esse telefonema, é tenho certeza à organização quis falar para meus pais da minha sexualidade, mas por quê?
__Então Tom, vai fica calado? - Perguntou meu pai realmente irritado, minha mãe não parava de chora no sofá, e meu pai na minha frente com uma cara de decepção muito grande misturada as suas lagrimas de desgosto.
 __ É... É verdade - falei algo do tipo realmente baixo e olhando para o lado, então meu pai gritou levantando a mão como fosse me bater
__O que você disse!? - Com um olhar realmente ameaçador, na hora que ele gritou comigo foi como se uma fúria tomasse meu corpo, tudo que eu estava passando era demais, não conseguia fica em paz nem por um segundo, eu só queria minha velha vida de volta, mas não podia.
__ É pai, é isso eu sou um gay, bicha, viado, o que você quiser me chamar não me faz diferença, por que a verdade é que eu gosto de caras, somente isso - falei com ele com um tom calmo, por dentro estava tomado pelo ódio, se não tivesse aprendido a controla melhor meus poderes, provavelmente as coisas já teriam esfriado aqui
Meu pai ao ouvir isso começou a chora de novo minha mãe simplesmente não tinha reação estava lá sentada chorando olhando para o chão sem piscar ou fazer nada, meu pai respirou fundo, olhou nos meus olhos que não tinham medo dos dele
__Não se preocupe filho vou curalo de sua doença, vou procurar um médico de cabeça para curar isso de você - falou ele desesperado, eu continuei com aquele olhar frio como se tivesse possuído pelo meu ódio.
__ Médico... Dei um pequeno sorriso sínico, você é um idiota - no momento que eu falei isso para meu pai, ele me deu um soco na cara, eu rapidamente congelei a parte interna da minha mão direita e controlei esse gelo para que bloqueasse a mão do meu pai
Eu controlo muito mais rápido o gelo do que meu próprio corpo, em centésimos de segundo bloqueie o soco feito pelo meu pai, que rapidamente retirou o braço pelo frio que sentiu na hora que realizou o golpe.
__ O que foi isso? Perguntou ele surpreso enquanto juntava as mãos e assoprava para esquenta sua mão direita.
__ Nada eu apenas estava tomando um soverte, comecei a rir com um tom sínico
Já chega disso vocês dois, minha mãe gritou finalmente saindo daquela expressão depressiva e tomando alguma frente em tudo isso.
__ Carlos, pare já com isso, não acredito que você ia bater no seu próprio filho, se controle pelo amor de Deus, e filho, filho você chamou seu pai de idiota e esta rindo de tudo isso, não parece ser você, o que esta acontecendo com essa família, falou minha mãe querendo tomar o controle dessa situação ela tinha razão em tudo isso aquele não era o meu eu de antes, se fosse antes dessa semana provavelmente eu teria ido pro meu quarto chorado e iria até fazer tudo que meus pais mandassem até ir para o psicólogo, mas agora não.
__ Clara, nos não podemos ter um filho gay, o pessoal da oficina não ia me deixar em paz enquanto aos nossos vizinhos o que eles iriam pensar, que fomos péssimos pais e tudo mais - falou meu pai apontando para mim enquanto falava com minha mãe.
__ Por que estão tão preocupados com isso vocês não são meus pais - Falei com um tom de deboche, eles olharam para mim surpresos e indignados pelo que eu acabei de falar.
__ O que você disse filho? - Perguntou minha mãe extremamente fragilizada, e meu pai só colocava a mão na cabaça e resmungava algo como isso não pode está acontecendo é só um pesadelo.
__ Foi o que você acabou de ouvi mulher você não é minha mãe, nem esse idiota é meu pai vocês me adotaram - falei extremamente calmo, com certeza aquela pessoa fria que eu virava que estava com raiva tinha me tomado, eu não sentia mas remorso, pena, tristeza apenas ódio, meu pai falou baixo e extremante nervoso era visível as veias em sua cabeça e pescoço pulsando de modo.
__ Saia da minha casa - deu uma pausa e falou como se estivesse vomitando essas palavras - agora! - Minha mãe ficou paralisada como se seu mundo tivesse partido ao meio ela não tinha nenhuma expressão só às lagrimas que caiam de seus olhos tristes sem para, eu me virei e fui em direção a porta, antes disso olhei para eles.
__ Sabe é bom saber que tudo que eu fui pra você o garoto perfeito não valeu de nada realmente não estou surpreso com essa atitude - dei uma pequena risada de ironia.
__ Vocês gostam mesmo dessa televisão não é? Pena que esta quebrada - falei sinicamente, a televisão de 42 polegadas LCD que meus pais compraram a 2 meses, eu simplesmente congelei todos os circuitos e o liquido de LCD a tela explodiu na hora pela diminuição de tamanho causado pelo baixa temperatura simples física, meus pais olharam para a TV que explodia, com medo.
__Que pena era realmente uma televisão bonita, bem adeus família Phylipes - sai pela porta sem olhar para traz, o que faria agora que tinha sido expulso de casa, hum... não podia ir para casa da Tina, não daquele jeito que eu estava, daquele jeito diferente, mesmo não sendo totalmente, eu bem tinha medo de machucar a Tina sem querer com algo que eu falasse, bem mas tive uma idéia de onde ir.