domingo, 1 de maio de 2011

Capitulo 16: Marionete - Parte 2

Então aquela é toda a verdade. Bem tudo fazia sentindo sobre aquilo parece ser mesmo o jeito da organização agir, eles querem controla tudo e todos, aquela maldita Raven deve ter obrigado a Tina a escrever aquela carta provavelmente ela nem sabe o que escreveu, tinha que dar um basta naquela situação tinha que enfrentar de vez a organização nem que para isso tenha que derrota inferno, Ilusion e a Raven.
__Então o que vai acontecer comigo Tom? - Perguntou Paulo preocupado com sua segurança
__Não se preocupe desligue esse celular por hora ficarei aqui com você, até amanhã quando formos para o colégio, então amanhã resolverei tudo isso não se preocupe não deixarei que nada aconteça com você, só é preciso que fique perto de mim - falei de maneira segura e confiante.
__Tudo bem então eu acredito em você Tom, falou ele mais calmo, e desculpa Tom pelo o que eu disse você sabe eu não tinha escolha, falou ele envergonhado
__Tudo bem não se preocupe mais com isso - falei com um pequeno sorriso no rosto, que quebrou totalmente aquele clima tenso que estava entre agente antes.
__Então... Me fala uma coisa você gosta mesmo de mim? - Perguntou Paulo agora sentado em posição de lótus, e rindo parecia com o cara que eu conhecia antes de tudo isso começar fiquei feliz, dei uma risada leve, coloquei a mão direita na cabeça e comecei a coçar
__Bem... não quer dizer gostar, gostar... tipo... dai ele interrompeu e falou
__Você gosta de mim - e começou a rir mais alto.
__Ei pare com isso! Não é engraçado, falei tentando reprimi-lo, mas não com raiva, estava feliz de ver o velho Paulo de volta.
__Não, desculpa, é que tipo eu não entendo, olha para mim eu sou só pele e osso, sinceramente não sinto tesão por mim mesmo - hehe colocou a mão na cabeça imitando a mesma expressão que eu tinha usado. - cara... - se deitou novamente - por que você ficou daquele jeito quando eu falei que não era pra você tocar em mim? Você realmente se importa com o que as pessoas pensam de você não é? - Perguntou ele olhando para o teto.
Eu sentei no chão em posição fetal com as costas para a parede, e falei:
__É realmente, tanto, que ninguém sabe de mim além de você e agora meus pais - Falei triste
__Ah então por isso você ta aqui, seus pais não aceitaram você não foi?
__Sim eles n aceitaram.
__Sabe as pessoas são muito idiotas sobre isso, eu mesmo curto caras, realmente eu não conto para as pessoas pelo mesmo motivo que você, medo por jogar futebol também, o pessoal do time iria nos tratar diferente com certeza. Sabe meus pais sabem de mim, me viram com uma revista bem... você sabe que revista, sabe o que eles falaram quando viram? Eles olharam pra mim com um ar de mistério, filho você podia ter escolhido uma revista melhor o cacete desses caras são muito pequenos foi o que minha mãe falou, quando ela falou isso começamos a rir muito, ele continuou, na hora da janta tava toda a família a mesa, e minha mãe falou pro meu pai, “Aluisio”, meu pai estava comendo feito um animal, “fala amor”, falou ele de boca cheia, “o Paulo é gay”, no momento fiquei tenso minha mana fingiu que nem ouviu, meu coração disparou  por alguns segundos, “que bom querida, Paulo se trazer algum garoto para cá não esqueça de usarem camisinha, isso é sempre importante”, falou isso e continuou a comer, nossa aquele momento foi muito tenso, faz uns 5 meses isso, depois disso minha família ver normal o que eu sou, minha mãe pergunta direto se eu tenho namorado, eu falo que não. Meu pai pergunta de vez em outra se tenho algum rolo, agente conversa abertamente sobre o assunto é legal, eu sempre falei para eles que sou bi, que também gosto de mulheres, mas ele nem acreditam em mim, hehe, acham que sou gay mesmo, bem talvez eles tenham razão não sei, também não me importo com isso
__Tenho inveja disso em você - falei para ele triste - meu pai disse coisas horríveis para mim, bem eu também respondi de maneira desagradável.
__É eu entendo, sabe Tom, sabe eu posso ser seu amigo, bem..., se você quiser claro, podemos fala sobre qualquer coisa.
Ouvir aquelas palavras realmente me deixaram animado, sabe eu estava vendo o Paulo diferente de antes, agora não o estava vendo como o cara hetero que eu sempre desejei, mas sim como o grande amigo que sempre quis ter, um amigo que me entendesse no final de tudo, o dia passou rapidamente, nos conversamos sobre tudo, amigos, família, sexo, principalmente sexo, ele falou até que eu beijava melhor que o Thiago, hehe, fiquei feliz em ouvi isso, aquela raiva que eu estava sentindo se foi, mas também percebi que a área da minha áurea natural tinha diminuído de novo, por ter ficado mais relaxado talvez, a família do Paulo era realmente muito legal, a mãe dele quando me viu perguntou se eu era o namorado dele, nossa foi tenso aquilo, o Paulo mandou a mãe dele para de brincar, o pai de Paulo só deu uma pequena indireta quando Paulo falou que eu iria fica lá por alguns tempo, tipo falou se cuidem garotos, meio que pareceu um pouco mais do que isso que ele quis falar, lá estava eu e Paulo dormimos na mesma cama, ficamos brincando feito dois pirralhos, chutando um ao outro, soltando gases, pegando nas partes intimas de brincadeira, realmente nunca estive tão feliz antes, finalmente encontrei um grande amigo que eu tanto queria em meio de todo aquele tormento, finalmente encontrei um pouco de paz, quando estávamos cansando nos despedimos com um boa noite e nos abraçamos, dormimos abraçados, não sei acho que não ouve libido de nenhuma das partes, mas aquela sensação de conforto realmente foi muito agradável, mas isso era apenas um pequeno descanso afinal amanhã iria enfrenta de frente a organização e eu teria que esta preparado para o pior uma batalha. 

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